A proposta do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências, com área de concentração Ensino de Ciências e Matemática, envolve profissionais das áreas de Ciências, Matemática e Pedagogia. Os cursos têm por objetivo produzir conhecimentos científicos que possam contribuir de forma direta na formação de educadores de ensino de ciências e matemática, permitindo, em acordo com sua estrutura curricular, abordagens multi e interdisciplinares de conteúdos atuais em ciências e matemática, técnicas experimentais e laboratoriais de pesquisa aplicadas ao ensino, além do estudo da aplicação das novas tecnologias da informação e comunicação no ensino.
Em função do objetivo do curso e do perfil do alunado, a proposta visa priorizar a produção de pesquisas acadêmicas nas áreas de Ciências e Matemática, usando ou não tecnologia, mas envolve também a formação do formador de professores, principalmente no âmbito dos cursos de Licenciatura nas áreas de Ciências, Matemática e Pedagogia, buscando a geração de conhecimentos para atuação no ensino superior com o compromisso de atuar criticamente e se apoiar em pesquisas recentes da área de atuação.
PROCESSO SELETIVO – PÓS-DOUTORADO
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Setor de Apoio Acadêmico
Fone:
(11) 3385-3015E-MAIL:
stricto.sensu@cruzeirodosul.edu.brProfa. Dra. Edda Curi
Profa. Dra. Rita de Cássia Frenedozo
Profa. Dra. Edda Curi
Coordenação Adjunta
Profa. Dra. Rita de Cássia Frenedozo
O Programa de Ensino de Ciências da Universidade Cruzeiro do Sul, recomendado pela CAPES em 2007, é de natureza acadêmica e integra a Área de Ensino. Agrega cursos de Mestrado em Ensino de Ciências e de Doutorado em Ensino de Ciências e Matemática, com a mesma área de concentração. Está alocado no campus Liberdade que, além de diversos cursos de graduação, concentra atividades de pesquisa e os Programas de pós-graduação.
O Programa é referência nacional na formação e qualificação profissional de professores, comprometido com demandas educacionais e sociais e também com o desenvolvimento de pesquisas na área de Ensino de Ciências e Matemática. Investiga e produz conhecimentos no campo de ensino, promovendo a integração entre o ensino, a pesquisa e a extensão. Tem grande preocupação na formação de mestres e doutores para atuar como agentes transformadores tanto na Educação Básica como no Ensino Superior, principalmente nos cursos de licenciatura, atender as demandas sociais e os desafios educacionais presentes neste início de século. Produz debates e análises de documentos oficiais que são basilares para orientação curricular e formação de professores como a Base Nacional Comum Curricular – BNCC, a Base Nacional Comum para formação de professores da Educação Básica, a Reforma Curricular do Ensino Médio.
Ações do Programa
As ações desenvolvidas no Programa envolvem a produção de conhecimento teórico e metodológico, tanto no desenvolvimento de pesquisas como na elaboração, análise e avaliação de materiais curriculares (material didático), em processos de iniciação e divulgação científica e em assessorias diversas a órgãos que promovem políticas públicas para o ensino de Ciências e Matemática.
O Programa desenvolve ainda conhecimentos científicos relacionados a espaços formais e não formais de aprendizagem, com qualidade teórica e metodológica e aplicabilidade na sociedade. Discute temas relevantes como inovação, construção de conhecimentos, impactos de suas ações e fortalecimento da área.
Em consonância com a Missão institucional definida no PDI 2024-2028, o Programa articula-se com: “Participação no processo de construção e difusão do conhecimento e da cultura, de forma criativa e inovadora, tornando-os acessíveis à sociedade e contribuindo para o desenvolvimento do ser humano em todas as suas potencialidades, promovendo, assim, mudanças regionais e interlocução nacional e internacional, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão” (PDI 2024-2028, p.19).
As ações do Programa são aderentes à Missão institucional, na medida em que transitam entre a ciência básica e a aplicação dos conhecimentos produzidos, o que permite torná-lo acessível à sociedade e contribuir para avanços no âmbito escolar e acadêmico.
É visão da Universidade “Ser referência nacional e internacional na formação e qualificação profissional, comprometida com a responsabilidade socioambiental e com as demandas sociais e o desenvolvimento do país” (PDI 2024-2028, p. 20). O Programa comunga com essa visão no sentido de ser referência local, regional e nacional na formação e qualificação do corpo discente com responsabilidade e critérios acadêmicos, buscando atender as demandas sociais emergentes dos ensinos Básico e Superior e o desenvolvimento de um ensino de qualidade no país.
O referido PDI (p.20) indica os Valores da Universidade: Ética, Transparência, Inovação, Responsabilidade, Respeito à identidade e à diversidade, Compromisso social.
O Programa comunga com esses valores e prioriza principalmente a Ética, a Inovação e a Transparência nas pesquisas, além da responsabilidade social, principalmente no que se refere à Educação Básica, o respeito à identidade e diversidade dos discentes e o compromisso social com a comunidade acadêmica e com a comunidade social em que as pesquisas são realizadas, dando um retorno dos resultados às comunidades envolvidas.
Finalidades e Objetivos
O PDI 2024-2028 aponta as finalidades e os objetivos da Universidade. Assim, destacamos os objetivos que direta ou indiretamente referem-se à Pós-Graduação:
Os objetivos propostos pelo Programa, descritos no parágrafo a seguir, estão de acordo com os objetivos do PDI da instituição.
Além da aderência com os objetivos da Universidade descritos no PDI, os objetivos do Programa que acabamos de citar alinham-se ao perfil dos discentes e dos egressos (professores que atuam nos ensinos básico e/ou superior) e articulam-se com a área de concentração, linhas e projetos de pesquisas da estrutura curricular atual do Programa.
O Programa de Ensino de Ciências da Universidade Cruzeiro do Sul, recomendado pela CAPES em 2007, é de natureza acadêmica e integra a Área de Ensino. Agrega cursos de Mestrado em Ensino de Ciências e de Doutorado em Ensino de Ciências e Matemática, com a mesma área de concentração. Está alocado no campus Liberdade que, além de diversos cursos de graduação, concentra atividades de pesquisa e os Programas de pós-graduação.
O Programa é referência nacional na formação e qualificação profissional de professores, comprometido com demandas educacionais e sociais e também com o desenvolvimento de pesquisas na área de Ensino de Ciências e Matemática. Investiga e produz conhecimentos no campo de ensino, promovendo a integração entre o ensino, a pesquisa e a extensão. Tem grande preocupação na formação de mestres e doutores para atuar como agentes transformadores tanto na Educação Básica como no Ensino Superior, principalmente nos cursos de licenciatura, atender as demandas sociais e os desafios educacionais presentes neste início de século. Produz debates e análises de documentos oficiais que são basilares para orientação curricular e formação de professores como a Base Nacional Comum Curricular – BNCC, a Base Nacional Comum para formação de professores da Educação Básica, a Reforma Curricular do Ensino Médio.
Ações do Programa
As ações desenvolvidas no Programa envolvem a produção de conhecimento teórico e metodológico, tanto no desenvolvimento de pesquisas como na elaboração, análise e avaliação de materiais curriculares (material didático), em processos de iniciação e divulgação científica e em assessorias diversas a órgãos que promovem políticas públicas para o ensino de Ciências e Matemática.
O Programa desenvolve ainda conhecimentos científicos relacionados a espaços formais e não formais de aprendizagem, com qualidade teórica e metodológica e aplicabilidade na sociedade. Discute temas relevantes como inovação, construção de conhecimentos, impactos de suas ações e fortalecimento da área.
Em consonância com a Missão institucional definida no PDI 2024-2028, o Programa articula-se com: “Participação no processo de construção e difusão do conhecimento e da cultura, de forma criativa e inovadora, tornando-os acessíveis à sociedade e contribuindo para o desenvolvimento do ser humano em todas as suas potencialidades, promovendo, assim, mudanças regionais e interlocução nacional e internacional, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão” (PDI 2024-2028, p.19).
As ações do Programa são aderentes à Missão institucional, na medida em que transitam entre a ciência básica e a aplicação dos conhecimentos produzidos, o que permite torná-lo acessível à sociedade e contribuir para avanços no âmbito escolar e acadêmico.
É visão da Universidade “Ser referência nacional e internacional na formação e qualificação profissional, comprometida com a responsabilidade socioambiental e com as demandas sociais e o desenvolvimento do país” (PDI 2024-2028, p. 20). O Programa comunga com essa visão no sentido de ser referência local, regional e nacional na formação e qualificação do corpo discente com responsabilidade e critérios acadêmicos, buscando atender as demandas sociais emergentes dos ensinos Básico e Superior e o desenvolvimento de um ensino de qualidade no país.
O referido PDI (p.20) indica os Valores da Universidade: Ética, Transparência, Inovação, Responsabilidade, Respeito à identidade e à diversidade, Compromisso social.
O Programa comunga com esses valores e prioriza principalmente a Ética, a Inovação e a Transparência nas pesquisas, além da responsabilidade social, principalmente no que se refere à Educação Básica, o respeito à identidade e diversidade dos discentes e o compromisso social com a comunidade acadêmica e com a comunidade social em que as pesquisas são realizadas, dando um retorno dos resultados às comunidades envolvidas.
Finalidades e Objetivos
O PDI 2024-2028 aponta as finalidades e os objetivos da Universidade. Assim, destacamos os objetivos que direta ou indiretamente referem-se à Pós-Graduação:
Os objetivos propostos pelo Programa, descritos no parágrafo a seguir, estão de acordo com os objetivos do PDI da instituição.
Além da aderência com os objetivos da Universidade descritos no PDI, os objetivos do Programa que acabamos de citar alinham-se ao perfil dos discentes e dos egressos (professores que atuam nos ensinos básico e/ou superior) e articulam-se com a área de concentração, linhas e projetos de pesquisas da estrutura curricular atual do Programa.
Fale com um consultor
A linha apresentada propõe estudos e pesquisas sobre aspectos conceituais, teóricos e metodológicos relacionados ao ensino de Ciências, Matemática e suas Tecnologias. Estuda e investiga os fundamentos epistemológicos, científicos, culturais, sociais, ambientais e inclusivos associados com a produção do conhecimento. Contempla correntes e tendências contemporâneas inovadoras voltadas aos ambientes formais e não formais de ensino e aprendizagem. Visa a formação de sujeitos críticos e cientificamente competentes para exercer a cidadania.
As investigações contemplam diversas abordagens e metodologias que incidem na melhoria da aprendizagem em todos os níveis de ensino.
Ensino de Ciências e Matemática
Esta linha de pesquisa pretende reunir estudos cujas temáticas estejam associadas ao campo do currículo, avaliação e formação de professores, a partir de diferentes enfoques teóricos e metodológicos. As pesquisas de currículo contemplam distintas abordagens e múltiplas dimensões — a análise de currículos em diferentes instâncias curriculares, a produção de materiais curriculares, até as práticas envolvidas no desenvolvimento curricular nas escolas. Apresenta discussões acerca de concepções e práticas avaliativas desenvolvidas no âmbito escolar ou que nele incidam, influenciando as práticas curriculares. Pesquisas nesta linha envolvem, ainda, processos de formação (inicial e continuada) de professores de Ciências e Matemática, levando em conta tendências contemporâneas do ensino da área em questão e referenciais teóricos e metodológicos da formação docente presencial ou a distância, bem como suas implicações nestas áreas de Ensino. Abrange as especificidades do processo de formação mediada por tecnologias e utilização de recursos tecnológicos no ensino de Ciências e Matemática. Investiga e avalia os Ambientes Virtuais de ensino-aprendizagem, o Pensamento Computacional, a Inteligência Artificial, os Jogos Educacionais e outros artefatos digitais no Ensino de Ciências e Matemática. Finalmente, a linha inclui estudos, investigativos e interculturais nas perspectivas disciplinar, multi e interdisciplinar no campo da Educação Básica, Ensino Superior e da Educação não formal.
Estrutura Curricular vigente para ingressantes a partir de 2024:
Mestrado em Ensino de Ciências: Mestrado- Estrutura Curricular do Mestrado.docx
Doutorado em Ensino de Ciências e Matemática: Doutorado- Estrutura Curricular.docx
Estrutura Curricular a partir do primeiro semestre de 2022:
(clique aqui e faça o download)
Curricular vigente para ingressantes entre 2017 a 2021:
Atividade Obrigatória. Nesta disciplina, são apresentadas atividades constituídas por uma pluralidade de ações, nas quais destacam-se a realização de Estágios em Docência na Educação Básica e/ou Ensino Superior; participação em reuniões de Grupos de Pesquisa; participação em Projetos de Pesquisa com fomento; participação em congressos reconhecidos da área (mesas redondas, palestras, oficinas, entre outras); organização de eventos e livros; participação na equipe de editoração da revista do Programa (Rencima); organização e elaboração de materiais didáticos curriculares e elaboração de artigos e pesquisas junto a seus orientadores.
Atualizada em conformidade com a atividade científica.
Nesta disciplina, estuda-se alguns temas sobre Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS), enfatizando: relações da Ciência e da Tecnologia com a Sociedade; importância da educação científica (alfabetização e letramento científicos), pensamento crítico, argumentação e pensamento científico, ensino e aprendizagem de questões CTS; relações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) com a Natureza da Ciência e da Tecnologia (NdC&T); CTS no Currículo, no Ensino e na Formação de Professores; inclusão de temas CTS no planejamento das disciplinas escolares, como um dos componentes das propostas oficiais de currículo e ensino em todos os níveis de escolarização.
AULER, Décio. Enfoque Ciência-Tecnologia-Sociedade: pressupostos para o contexto brasileiro. Revista Ciência & Ensino, v. 1, n. esp., nov. 2007.
AULER, Décio; DELIZOICOV, Demétrio. Alfabetização científico-tecnológica para quê? Revista Ensaio, Belo Horizonte, v. 3, n. 2, p. 122-134, jul./dez. 2001
BAZZO, Walter Antônio. Ciência, Tecnologia e Sociedade e o contexto da educação tecnológica. Santa Catarina: UFSC, 2010.
BISPO, Diego de Oliveira; MACIEL, Maria Dolores; SEPINI, Ricardo Pasqual; VAZQUEZ-ALONSO, Ángel. Alfabetização científica sob o enfoque da ciência, tecnologia e sociedade: implicações para a formação inicial e continuada de professores. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias, v. 12, n. 2, p. 313-333, 2013.
CANAL, R. O significado de pensamento crítico. Perspectivas em Ciências Tecnológicas, v. 2, n. 2, p. 49-74, mar. 2013. CARVALHO, W. L. P. de; SANTOS, P. G. F. dos; LOPES, N. C.
CARNIO, Maria P. A abordagem de questões sociocientíficas no ensino de ciências: uma compreensão das sequências didáticas propostas por pesquisas na área. [local de publicação]: [editora], [ano de publicação].
CHASSOT, Attico. Alfabetização científica: questões e desafios para a educação. 4. ed. Ijuí: Unijuí, 2006.
CHRISPINO, Aldo. O enfoque CTS – Ciência, Tecnologia e Sociedade e seus impactos no ensino. Revista Tecnologia & Cultura, ano 10, n. 13, p. 7-17, jul./dez. 2008.
DURBANO, José Paulo Di Mattos. A natureza da ciência: importância, pesquisa e introdução. São Paulo: Prismas, 2016. 223 p. ISBN 978-855507018.
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MACIEL, Maria da Silva; BISPO, Débora de Oliveira; COLUSSI, Fábio Eduardo José; GUAZZELLI, Ivone Regina Bezerra; VÁZQUEZ, Antonio. Actitudes CTS de los estudiantes brasileños medios y universitarios en formación para docência. VIII Congreso Internacional sobre Investigación en la Didáctica de las Ciencias. Enseñanza de las Ciencias, 2009. No Especial, p. 1837-1842.
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PEZARINI, Ana Roberta; MACIEL, Maria da Silva. As dimensões da argumentação no ensino de ciências em pesquisas de 2007 a 2017: um olhar para a caracterização e para as ferramentas metodológicas para estudar esta temática. Amazônia Revista de Educação em Ciências e Matemáticas, v. 14, n. 32, p. 61, jan. 2019. DOI: 10.18542/amazrecm.v14i32.6177.
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RIVELINI-SILVA, Angélica Cristina. Mapeamento bibliográfico sobre a curricularização da Educação para a Ciência, a Tecnologia e a Sociedade (CTS) nos cursos de Licenciatura em Química. Revista Amazônica, v. 9, n. 3, jan. dez. 2024. ISSN 2527-0141. DOI: 1029280.
SASSERON, Lílian Heloísa; CARVALHO, Ana Maria Pereira de. Alfabetização científica: uma revisão bibliográfica. Investigações em Ensino de Ciências, v. 16, n. 1, p. 59-77, 2011.
VÁZQUEZ-ALONSO, Á.; MANASSERO-MAS, M. A.; ACEVEDO-DÍAZ, J. A.; ACEVEDO-ROMERO, P. Consensos sobre a Natureza da Ciência: A Ciência e a Tecnologia na Sociedade. Química Nova na Escola, n. 27, fev. 2008.
VEZZANI, Roberta de Mello; MACIEL, Maria da Silva. Questões Sociocientíficas em livros didáticos: indicadores do Enfoque Ciência, Tecnologia e Sociedade. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento, ano 7, ed. 8, v. 5, p. 98-116, ago. 2022. ISSN 2448-0959. DOI: 1032749/nucleodoconhecimento.com.br/educação/questões-sociocientíficas.
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Esta disciplina parte do pressuposto de que o currículo, em termos de veiculação de valores e ideologias, não é neutro. Antes, pelo contrário, ele constitui espaço privilegiado para a perpetuação de relações sociais assimétricas, pela hegemonia e dominação de determinados grupos (culturais, econômicos, raciais, etc.) sobre outros. Dessa maneira, esta disciplina visa investigar as teorias de currículo e o estado atual da área, buscando estimular a reflexão crítica sobre essa temática nas práticas curriculares brasileiras contemporâneas. Serão debatidos aspectos históricos, fundamentos, características das teorias tradicionais, críticas e pós-críticas, legislação e paradigmas, para compreender sua expressão nas práticas curriculares na área do Ensino de Ciências, Matemática e Tecnologias
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ZITKOSKI, João José. Ser mais. In: STRECK, Danilo R.; REDIN, Eveline; ZITKOSKI, João José (org.). Dicionário Paulo Freire. 2. ed. rev. amp. Belo Horizonte:
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Esta disciplina explora os espaços de aprendizagem não formais, abordando suas concepções, características e potencialidades no ensino de Ciências e Matemática. Discute a inter-relação entre os espaços formais, não formais e informais, analisando seus agentes educadores, as estratégias pedagógicas e suas contribuições para a pesquisa científica. Aprofunda a compreensão sobre espaços não formais institucionalizados e não institucionalizados, enfatizando o papel dos recursos tecnológicos no ensino nesses espaços. Proporciona vivências em ambientes como museus de ciências, planetários, unidades de conservação da natureza, jardins botânicos, centros culturais, empresas, entre outros, promovendo reflexões sobre sua potencialidade na aprendizagem e no desenvolvimento do pensamento científico e matemático.
COELHO, Yuri Cavaleiro de Macêdo; OLIVEIRA, Endell Menezes de; ALMEIDA, Ana Cristina Pimentel Carneiro de. DISCUSSÕES E TENDÊNCIAS EM TESES E DISSERTAÇÕES SOBRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS EM ESPAÇOS NÃO FORMAIS: Uma revisão bibliográfica sistemática. Ensaio sobre Pesquisa em Educação em Ciências (Belo Horizonte) , v. 23, pág. e19989, 2021. Disponível em: https://www.scielo.br/j/epec/a/8RmfDNVYtRtD5QMchwZVB4g/. Último acesso: 19/03/2025.
DA COSTA NEGRÃO, Felipe; MORHY, Priscila Eduarda Dessimoni. A inserção da disciplina de educação em espaços não formais no curso de pedagogia. REAMEC-Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, v. 7, n. 3, p. 219-234, 2019.
DE OLIVEIRA, Endell Menezes; DE ALMEIDA, Ana Cristina Pimentel Carneiro. O espaço não formal e o ensino de ciências: um estudo de caso no centro de ciências e planetário do Pará. Investigações em Ensino de Ciências, v. 24, n. 3, p. 345-364, 2019. Disponível em: https://ienci.if.ufrgs.br/index.php/ienci/article/view/1569. Último acesso: 19/03/2025.
DE HOLANDA REIS, Andreza Rayane; DE SILVA, Cirlande Cabral. Os espaços não formais amazônicos como potencializadores de aprendizagem para o ensino de ciências: uma perspectiva a partir da teoria fundamentada. Investigações em Ensino de Ciências, v. 24, n. 3, p. 59-73, 2019.Disponível em: https://ienci.if.ufrgs.br/index.php/ienci/article/view/1255. Último acesso: 19/03/2025.
GOHN, Maria da Glória. Educação não-formal, participação da sociedade civil e estruturas colegiadas nas escolas. Ensaio: avaliação e políticas públicas em educação, v. 14, n. 50, p. 27-38, 2006.
MEGA, Daniel Farias; ARAÚJO, Ives Solano; VEIT, Eliane Angela. Centro de Tecnologia Acadêmica da UFRGS como Comunidade de Prática e possibilidade de criação de espaços não formais de aprendizagem: um estudo etnográfico. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (Belo Horizonte), v. 22, p. e12139, 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/j/epec/a/hVRRvXJVkq787rfGSHy3HDM/ Último acesso: 19/03/2025.
SANTOS, Sidney Silva. Além da sala de aula: propostas de ensino em espaços não formais de aprendizagem multidisciplinar. 1. ed. Santo Ângelo: Metrics, v. I, 2024.
Esta disciplina visa subsidiar a formação do professor/pesquisador quanto aos conteúdos matemáticos que são desenvolvidos na Educação Básica, fornecendo elementos de reflexão para o aprofundamento da compreensão de conteúdos que são trabalhados nessa etapa da Educação. Discutir a articulação interna de conteúdos que se apresentam na BNCC, bem como uma articulação externa com outras áreas de conhecimento, trazendo como foco das discussões ideias fundamentais, como a proporcionalidade, a representação, a aproximação, a variação, a interdependência, a equivalência, a ordem, a medida, princípios fundamentais que regem a estruturação dos currículos no Brasil.
AMADO, Nélia. Representações múltiplas no ensino e aprendizagem da matemática. Educação e Matemática, n. 166, p. 2-6, 2022.
BIANCHINI, Barbara Lutaif; DE LIMA, Gabriel Loureiro (Ed.). O pensamento matemático e os diferentes modos de pensar que o constituem. LF Editorial, 2023.
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CANAVARRO, Ana Paula et al. O poder das representações múltiplas e suas conexões: teoria e prática no 3. º ano do novo programa de matemática. Educação e Matemática, v. 166, p. 7-12, 2022.
HERZOG, Rodrigo Castelo Branco. A percepção de licenciandos em matemática sobre a aleatoriedade. 2019. Dissertação de Mestrado. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.
MATULLE, L. O raciocínio de proporcionalidade sob a luz da resolução de problemas com estudantes do 7° ano do ensino fundamental. 2019, 117 f. Dissertação (Mestrado em Ensino e Aprendizagem de Ciências Naturais e Matemática) – Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências Naturais e Matemática, Universidade Estadual do Centro-Oeste, Guarapuava/PR, 2019.
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Nesta disciplina são apresentados os conceitos e princípios de Educação Ambiental, suas relações para a conquista dos direitos de cidadania, evidenciando os mecanismos determinantes para as condições de vida das pessoas no ambiente, considerando os aspectos biológicos, meio físico, socioeconômico, educativo, cultural e a sustentabilidade da vida no planeta.
CARVALHO, Iolanda Cristina Martins. Educação ambiental: formação do sujeito ecológico. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
CARVALHO, Iolanda Cristina Martins. Sujeito ecológico. Disponível em: http://www.dom/iniopublico.gov.br/download/texto/me4655.pdf. Acesso em: 09 mar. 2024.
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FELICIO, Ricardo Alexandre. Efeito estufa: a grande farsa. (Vídeo). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=vjpv2fftAPI. Acesso em: 09 mar. 2024.
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LAYRARGUES, Philippe Pomier; LIMA, Gustavo Ferreira da Costa. As macrotendências político-pedagógicas da educação ambiental brasileira. Ambiente & Sociedade, v. 17, n. 1, p. 23–40, 2014. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/s1414-753×2014000100003. Acesso em: 09 mar. 2024.
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SOARES, Márcia Belo; FRENEDOZO, Rita de Cássia. A tecnologia de videogravação como metodologia de investigação do processo de transformação da matéria orgânica. Educação Ambiental em Ação, v. XXII, p. 1, 2018.
SOARES, Márcia Belo; FRENEDOZO, Rita de Cássia; DANHAO, Edna Alves Barbosa; ARANHA, Vanessa Lúcia. Pequeno planeta sustentável: prática em educação ambiental no ensino fundamental. Tecné, Episteme y Didaxis: TED (Revista de la Facultad de Ciencia y Tecnología), v. XXIII, p. 1-7, 2018.
SOARES, Márcia Belo; FRENEDOZO, Rita de Cássia. Educação ambiental: um estudo sobre a ambientalização no ensino fundamental. Revista de Ensino de Ciências e Matemática (REnCiMa), v. 10, n. 6, p. 95-113, 2019. Disponível em: http://dx.doi.org/10.26843/rencima.v10i6.2499.
Nesta disciplina, são apresentadas abordagens e análises de métodos de divulgação do conhecimento científico e tecnológico, com ênfase na promoção da melhoria do ensino de Ciências e Matemática e na construção da cidadania. Reflexão sobre o impacto da Educação científica na formação de cidadãos no contexto do pensamento crítico para a contemporaneidade do século XXI. Análise de iniciativas reais e virtuais para a Educação e Divulgação Científica. Estudo dos princípios de comunicação aplicados à Divulgação Científica. Análise de produtos técnicos, materiais instrucionais, ferramentas tecnológicas, atividades de capacitação docente na área de Educação e Divulgação Científica. Estudo dos aspectos da Natureza da Ciência e da produção do conhecimento científico, bem como da compreensão da Ciência como construção humana e sua relação com os processos de ensino e aprendizagem. As relações entre sujeito, objeto e conhecimento. Discussão sobre o papel da experimentação e do Método Científico na construção do conhecimento científico e na Educação Científica: teoria x prática.
ALBUQUERQUE, Kleberson Almeida de; SOUZA, Ronildo Freitas de; COSTA, Danielle Rodrigues Monteiro da; VASCONCELOS, Sinaida Maria. A contribuição dos textos de divulgação Científica para a educação científica. Conjecturas, v. 22, n. 1, p. 1118-1140, 2022.
ANDRADE, Luiz Gustavo da Silva Bispo; AGUIAR, Niliane Cunha; FERRETE, Rodrigo Bozi; SANTOS, Juliane dos. GERAÇÃO Z E AS METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZAGEM: desafios na Educação Profissional e Tecnológica. Revista Brasileira da Educação Profissional e Tecnológica, [S. l.], v. 1, n. 18, p. e8575, 2020. DOI: 10.15628/rbept.2020.8575. Disponível em: https://www2.ifrn.edu.br/ojs/index.php/RBEPT/article/view/8575. Acesso em: 19 mar. 2025.
ALVES-BRITO, Alan; MASSONI, Neusa Teresinha; GUIMARÃES, Ricardo Rangel. Subjetividades da Comunicação Científica: a educação e a divulgação científicas no Brasil têm sido estremecidas em tempos de pós-verdade?. Caderno Brasileiro de Ensino de Física, [S. l.], v. 37, n. 3, p. 1598–1627, 2020. DOI: 10.5007/2175-7941.2020v37n3p1598. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/fisica/article/view/73895. Acesso em: 20 mar. 2025.
DELABIO, Fernando; PIAI CEDRAN, Débora; MORI, Lorraine; MICHELLAN KIORANIS, Neide Maria. Divulgação científica e percepção pública de brasileiros(as) sobre ciência e tecnologia. Revista Insignare Scientia – RIS, Brasil, v. 4, n. 3, p. 273–290, 2021. DOI: 10.36661/2595-4520.2021v4i3.12132. Disponível em: https://periodicos.uffs.edu.br/index.php/RIS/article/view/12132. Acesso em: 20 mar. 2025.
DEMO, Pedro. Educação científica. Boletim Técnico do Senac, [S. l.], v. 36, n. 1, p. 15–25, 2010. Disponível em: https://www.bts.senac.br/bts/article/view/224. Acesso em: 19 mar. 2025.
DIAS, G. R.; BENTO, J. I. M.; CANTANHEDE, S. C. da S.; CANTANHEDE, L. B. Textos de Divulgação Científica como uma Perspectiva para o Ensino de Matemática <br> Science Popularization Articles as a Perspective for the Teaching of Mathematics. Educação Matemática Pesquisa Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática, São Paulo, v. 19, n. 2, 2017. DOI: 10.23925/1983-3156.2017v19i2p291-313. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/emp/article/view/31569. Acesso em: 19 mar. 2025.
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LIMA, Guilherme da Silva ; GIORDAN, Marcelo. O movimento docente para o uso da divulgação científica em sala de aula: um modelo a partir da teoria da atividade. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, p. 493-520, 2018.
LIMA, Guilherme da Silva; GIORDAN, Marcelo. Propósitos da divulgação científica no planejamento de ensino. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (Belo Horizonte), v. 19, p. e2932, 2017.
MAGALHÃES, Cíntia; DA SILVA, Evanilda; GONÇALVES, Carolina. A INTERFACE ENTRE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA E DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA. Revista Areté | Revista Amazônica de Ensino de Ciências, [S.l.], v. 5, n. 9, p. 14-28, abr. 2017. ISSN 1984-7505. Disponível em: <https://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/article/view/44>. Acesso em: 20 mar. 2025.
OLIVEIRA, GP de. Sobre tecnologias e Educação Matemática: fluência, convergência e o que isto tem a ver com aquilo. Educação Matemática: epistemologia, didática e tecnologia. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2018.
RUPPENTHAL, Raquel; COUTINHO, Cadidja; MARZARI, Mara Regina Bonini. Alfabetização e letramento científico: dimensões da educação científica. Research, Society and Development, v. 9, n. 10, p. e7559109302-e7559109302, 2020.
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Nesta disciplina, discute-se o caráter imediatista em que se encontra o ensino da matemática, no qual valoriza-se o ensino de métodos e procedimentos em detrimento de conceitos. Reflete sobre o significado de fazer matemática e compreender alguns de seus principais conceitos: número, operações e suas diferentes estratégias de resolução de problemas, bem como o conceito de medida e de proporcionalidade.
ARRUDA, Cleberson. Reflexões sobre a disciplina fundamentos e metodologias do ensino de matemática em um curso de pedagogia. In: 6º Encontro Goiano de Educação Matemática – VI EnGEM, 2017. Urutaí. Anais Eletrônico.p.339-349. Disponível em: https://anais.sbem-go.com.br/index.php/EnGEM/article/view/46 . Acesso em: 20 mar. 2025.
CORREA, Jane; CRUZ, Maria; SPINILLO, Alina. O conhecimento intuitivo de crianças sobre o conceito de medida. Quadrante, Portugal, v.33, n. 1, p. 7–22, jul. 2024.
CARVALHO, Neri; Gimenez, Carmem. Fundamentos da Matemática I. UFSC/EAD/CED/CFM, Florianópolis, 2009.Disponível em: https://arquivos.ufsc.br/f/571e67cdd6dc4cd39d4c/. Acesso em: 20 mar. 2025.
DE OLIVEIRA, Marcos; ANTÓNIO, Arcanjo; LITOLDO, Beatriz; ALMEIDA, Alessandra; RIBEIRO, Miguel. Conhecimento especializado do professor que ensina matemática para atribuir sentido à Medida. Conspiração – Revista dos Professores que Ensinam Matemática, Mato Grosso, v. 1, n. 2, p. 31–47, dez. 2018.
LOZANO, Abel; FRIEDMANN, Clicia. Ensino de métodos e conceitos matemáticos: algumas reflexões. Vidya: Santa Maria, v.30, n.1, p -79-88, abr. 2010.
PROENÇA, Marcelo. Formação de conceitos matemáticos: propostas de ensino aos anos iniciais e finais do ensino fundamental. Campo Mourão-PR: Editora Fecilcam, 2020.
SOUZA, Evaldo. Desenvolvendo o Raciocínio Proporcional. 2021. 63f. Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT) do Centro de Ciências Exatas da Universidade Federal do Espírito Santo. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, 2021.
VAN DE WALLE, John. Matemática no ensino fundamental: formação de professores em sala de aula. Tradução: Paulo Henrique Colonese. Porto Alegre: Artmed, 2009.
Esta disciplina tem como objetivo discutir questões relacionadas à avaliação educacional, por meio de teorizações no Ensino de Ciências e Matemática. O curso abrange tópicos como: o contexto, a história e as perspectivas da avaliação; as relações entre currículo e avaliação; as concepções, tipologias e tendências que envolvem a avaliação educacional; as políticas de avaliação em larga escala; além das concepções, crenças e mitos que influenciam a avaliação e seu impacto nos processos de ensino e aprendizagem.
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BURIASCO, Regina Luzia Corio de; FERREIRA, Pamela Emanueli Alves de; CIANI, Andréia Büttner. Avaliação como prática de investigação (alguns apontamentos). Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 2009. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/2912/291221900005.pdf. Acesso em: 20 mar. 2025.
GATTI, Bernardete Angelina. Avaliação educacional no Brasil: pontuando uma história de ações. Estudos em Avaliação Educacional, 2003. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/715/71540102.pdf. Acesso em: 20 mar. 2025.
GATTI, Bernardete Angelina. O professor e a avaliação em sala de aula. Estudos em Avaliação Educacional, 2003. Disponível em: https://www.fcc.org.br/pesquisa/publicacoes/eae/arquivos/1150/1150.pdf. Acesso em: 20 mar. 2025.
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GATTI, Bernardete Angelina. Avaliação institucional: processo descritivo, analítico ou reflexivo? Estudos em Avaliação Educacional, 2006. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/pdf/eae/v17n34/v17n34a01.pdf. Acesso em: 20 mar. 2025.
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SILVA, Assis Leão da; GOMES, Alfredo Macedo. Avaliação educacional: concepções e embates teóricos. Revista Brasileira de Educação, 2018. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-68312018000200350. Acesso em: 20 mar. 2025.
VAZ, Rafael Filipe Novoa NASSER, Lilian.; LIMA, Daniel de Oliveira. Avaliar para aprender: um ato de insubordinação criativa. Revista @mbienteeducação, v. 14, n. 1, p. 214-243, 2021.
Nesta disciplina, estuda-se abordagens teóricas sobre práticas de leitura, análise e produção de textos no âmbito acadêmico: ênfase nas concepções, desenvolvimento de estratégias e organização textual. Estudo e produção de textos científicos, tais como: resumo, artigo e apresentação de trabalhos acadêmicos.
BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso. In: BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992. p. 261-306.
LAKATOS, Eva. Maria.; MARCONI, Marina de Andrade. A. Pesquisa documental. In: LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos da metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2003. p. 174-183.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, Ângela et al. Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008.
MORAIS, José.; KOLINSKY, Régine. Literacia científica: leitura e produção de textos científicos. Educar em Revista, Curitiba, v. 62, p. 143–162, 2016. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0104-4060.48025. Acesso em: 20 mar. 2025.
SILVA. Marta Cristina da ; BOTELHO, Laura Silveira ; OLIVEIRA, Marília de Carvalho Caetano. A produção de resumos acadêmicos na universidade: percepções de modelos de ensino-aprendizagem na perspectiva dos letramentos. Trabalhos em Linguística Aplicada, Campinas, v. 60, n. 2, p. 580–594, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0103181310246411820210612. Acesso em: 20 mar. 2025.
Nesta disciplina, realiza-se o estudo dos fundamentos e paradigmas da pesquisa em ensino na atualidade. O espírito crítico, os métodos de pesquisa científica, as etapas da investigação –planejamento, desenvolvimento e execução de projetos de pesquisa em ensino de Ciências e Matemática. Os diferentes métodos e técnicas – observação, entrevista, questionário, experimentos de ensino, pesquisa-ação, pesquisa bibliográfica, entre outros. Modalidades de trabalhos científicos e acadêmicos, bem como normas para sua apresentação.
ALLEVATO, Norma. Suely. Gomes. O modelo de Romberg e o percurso metodológico de uma pesquisa qualitativa em educação matemática. Bolema, Rio Claro, n. 29, p. 175–197, 2008.
BOGDAN, Robert.; BIKLEN, Sari. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Lisboa: Porto Editora, 1994.
BOOTE, David. N.; BEILE, Penny. Scholars before researchers: on the centrality of the dissertation literature review in research preparation. Educational Researcher, Washington, v. 34, n. 6, p. 3-15, 2005.
DENZIN, Norman. K.; LINCOLN, Yvonna. S. O planejamento da Pesquisa Qualitativa: teorias e abordagens. Porto Alegre: Artmed, 2006.
DUKE, Nell. K.; BECK, Sarah. W. Education should consider alternative forms for the dissertation. Educational Researcher, Washington, v. 28, n. 3, p. 31-36, 1999.
FLICK, Uwe. Introdução à pesquisa qualitativa. Trad: Joice Elias Costa. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
GHEDIN, Evandro.; FRANCO, Maria. Amélia Santoro. Questões de método na construção da pesquisa em educação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
GOLDENBERG, Miriam. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. Rio de Janeiro: Record, 2006.
KUHN, Thomas. S. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2013.
LUNA, S. V. Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo: Educ, 2002.
MINAYO, Maria. Cecilia. (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 31. ed. Petrópolis: Vozes, 2012.
MORAES, Roque.; GALIAZZI, Maria. Carmo. Análise textual discursiva. Ijuí: Ed. Unijuí, 2011.
MORAES, Roque. Uma Tempestade De Luz: A compreensão possibilitada pela análise textual discursiva. Ciência & Educação, v. 9, n. 2, p. 191-211, 2003.
MEDEIROS, João Bosco. B. Redação científica. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1997.
ROMBERG, Thomas. A. perspectivas sobre o conhecimento e métodos de pesquisa. Trad:
Nesta disciplina, apresenta-se o estudo de métodos quantitativos e qualitativos de investigação em Ensino de Ciências e de Matemática com predominância do qualitativo, tendo em vista os objetivos das linhas de pesquisas e projetos do Programa. Métodos quantitativos: fundamentos; técnicas de coleta de dados (questionários, testes e escalas); análise estatística de dados (estatística descritiva ou até inferencial, a depender dos projetos dos doutorandos). Métodos qualitativos: fundamentos; técnicas de coleta de dados (questionários, entrevistas, grupos focais e observação); análise de dados qualitativos (codificação e categorização); validade e confiabilidade em pesquisa qualitativa; utilização de software gratuito para análise de pesquisa qualitativa (MAXQDA, Iramuteq ou RQDA).
Integração de Métodos: combinação de métodos qualitativos e quantitativos; características e desafios de pesquisas que utilizam ambos os métodos.
BAUER, Martin. W.; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Petrópolis, RJ: Vozes, 2017.
BOGDAN, Robert.; BIKLEN, Sari.Investigação qualitativa em educação. Portugal: Porto Ed., 1994.
BOOTH, Waune.; COLOMB, Gregory. G.; WILLIAMS, Joseph. M. A arte da pesquisa. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2019.
CHAUÍ, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 11. ed. São Paulo: Ática, 1999.
CRESWELL, John. W.; CRESWELL, David. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2021.
GADOTTI, Moacir. Concepção dialética da educação. São Paulo: Cortez, 2018.
GIL, Antonio. Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2024.
KUHN, Thomas. S. A estrutura das revoluções científicas. 1. ed. São Paulo: Perspectiva, 2020.
LÜDKE, Menga.; ANDRÉ, Marli. E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. 2. ed. São Paulo: EPU, 2022.
POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. 2. ed. São Paulo: Cultrix, 2020.
SIEGEL, Sidney.; CASTELLAN, N. John. Jr. Estatística não-paramétrica para ciências do comportamento. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012.
Nesta disciplina, estuda-se a História e a Evolução dos conceitos astronômicos (Sistemas Geocêntrico e Heliocêntrico, Matéria e Energia Fria Escura). A origem e a evolução do Sistema Solar (Nuvem Primordial, Planetas, Planetas-anões, Asteróides, Meteoróides, Meteoros, Meteoritos). A Astronomia no cotidiano de nossas vidas (Calendários Solar e Lunar, Efeito de Marés, Dia e Noite). Astronomia como elemento motivador nas aulas de Física e Matemática. A teoria da panspermia e suas questões filosóficas.
ANASTACIO, Marco; VOELZKE, Marcos. Analysis of prior knowledge in astronomy of high school students in a school in the private network of São Paulo. Revista Multidisciplinar em Educação e Meio Ambiente, v. 4, n. 1, p. 1-6, jan. 2023.
GLEISER, Marcelo. A dança do Universo: dos mitos de criação ao Big-Bang. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
HAWKING, Stephen. O Universo numa casca de noz. São Paulo: Editora Mandarim, 2001.
PAGANOTTI, Arilson; VOELZKE, Marcos. Use of Information and Communication Technologies in Astronomy Education: Databases Analysis Presented in the Proceedings of the Main Congresses of the Science Education Area in Brazil. Revista Ciências & Ideias. Rio de Janeiro, v. 14, p. 1-22, ago.2023.
SAGAN, Carl. COSMOS. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora Francisco Alves, 1982.
VOELZKE, Marcos; ALBRECHT, Evonir. Teaching Astronomy in High School as a Training Itinerary. Revista de Ensino de Ciências e Matemática. São Paulo, v. 15, n. 2, p. 1-19, jun. 2024.
Nesta disciplina, contextualiza-se o conhecimento e a produção de vivências que transportam o estudante ao cerne dos problemas que geram conhecimento, ajudando-o a desenvolver hábitos de que necessita para tornar-se capaz de pensar e tomar decisões como cidadão consciente e imbuído na construção de uma sociedade mais justa. Capacitação do estudante em analisar, refletir e compreender situações em que desenvolva a curiosidade e a capacidade de pensamento crítico, tornando-se um agente transformador do ambiente em que vive e que envolve os seres vivos.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. 2019.Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc20dez-site.pdf
CRUZ, Taciana Ferreira Andrade et al. Aprender Ciências é divertido: contribuição de uma atividade de extensão. Revista Ciência em Extensão, v. 12, n. 4, p. 141-149, 2016.
FACCIONI, Ludimila Canuto; SILVA, Raquel Dos Santos; CALISTO, Taís Rosa. Educação sobre diabetes por meio de analogias e modelos didáticos para alunos do ensino médio. Revista Ciência em Extensão, v. 14, n. 3, p. 147-158, 2018.
FERREIRA, Priscilla Neto. Sala de aula invertida e o ensino de parasitologia: mediação utilizando uma plataforma digital. 2022. 90 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino de Ciências) – Instituto de Ciências Exatas e Biológicas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2022.
GARCIA, Eloi S. Genes: fatos e Fantasias. Editora Fiocruz, 2006.
LABARCE, Eliane Cerdas; CALDEIRA, Ana Maria de Andrade; BORTOLOZZI, Jehud. A atividade prática no ensino de Biologia: uma possibilidade de unir motivação, cognição e interação. Ensino de Ciências e Matemática II: Temas sobre a Formação de Conceitos. São Paulo: Editora, UNESP, p. 91-106, 2009.
LEITE, Paula Rayanny Mendonça et al. O ensino da Biologia comoc uma ferramenta social, crítica e educacional. Revista Ensino de Ciências e Humanidades-Cidadania, Diversidade e Bem Estar-RECH, v. 1, n. 1, Jul-Dez, p. 400-413, 2017.
LIMA, Liliane Araujo et al. ” Musicalizando a Biologia”: cantando e encantando através de paródias. Revista Ciência em Extensão, v. 14, n. 2, p. 147-158, 2018.
OLIVEIRA, Silmara Sartoreto de. Concepções alternativas e ensino de biologia: como utilizar estratégias diferenciadas na formação inicial de licenciados. Educar em Revista, p. 233-250, 2005.
SANTOS, Carlos Henrique Abreu dos. A formação de conceitos no ensino de biologia a partir do uso de um espaço não formal na cidade de Manaus. 2019. 119 f. Dissertação ( Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática) _ Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2019.
SCARPA, Daniela Lopes; CAMPOS, Natália Ferreira. Potencialidades do ensino de Biologia por Investigação. Estudos avançados, v. 32, n. 94, p. 25-41, 2018.
Nesta disciplina, realiza-se o estudo de conceitos básicos de Química e sua aplicação no cotidiano, na saúde e no meio ambiente.
ANDRIGHETTO, Rosália; SEBASTIANI, Vanessa Griebeler. Os heterocíclicos do contexto da covid 19: aporte a iniciação cientifica júnior para o processo de (re)significação de conceitos de química. Revista Virtual de Química, v.14, n.4., p.737-744, 2022.
CERQUEIRA, Bruna C. et al. Oxigênio no contexto da covid-19: o que sabemos sobre a molécula que respiramos e o papel central da química. Química Nova, v. 45, n. 1, p.121-131, 2022.
FERREIRA, Patrícia Garcia et al. Aqui tem química: Parte VII. Tensoativos em produtos comerciais. Revista Virtual de Química, v.15, n.1., p.423-438, 2024.
KLEIN, Sabrina Gabriela; BRAIBANTE, Mara Elisa Fortes; BRAIBANTE, Hugo Tubal Schmitz. Reações de oxi-redução: uma proposta de abordagem em sala de aula. Experiências em Ensino de Ciências, v.15, n.1, p. 468-487, 2024.
LIMA, Cintia Maria Carneiro Franco; SILVA, José Luis P. B. Classificação das substâncias químicas: um conceito pouco explorado na educação química. Quím. Nova, v. 44, n.4, p. 484-492. 2021.
MESSEDER NETO, Hélio da Silva; SÁ, Lucas Vivas de, BRITO, Marina Menezes de. Conceitos químicos em debate. 1 ed., Bahia: EDUFBA, 2022. (ebook).
Nesta disciplina, realiza-se o estudo de conceitos básicos de Química e sua aplicação no cotidiano, na saúde e no meio ambiente.
ANDRIGHETTO, Rosália; SEBASTIANI, Vanessa Griebeler. Os heterocíclicos do contexto da covid 19: aporte a iniciação cientifica júnior para o processo de (re)significação de conceitos de química. Revista Virtual de Química, v.14, n.4., p.737-744, 2022.
CERQUEIRA, Bruna C. et al. Oxigênio no contexto da covid-19: o que sabemos sobre a molécula que respiramos e o papel central da química. Química Nova, v. 45, n. 1, p.121-131, 2022.
FERREIRA, Patrícia Garcia et al. Aqui tem química: Parte VII. Tensoativos em produtos comerciais. Revista Virtual de Química, v.15, n.1., p.423-438, 2024.
KLEIN, Sabrina Gabriela; BRAIBANTE, Mara Elisa Fortes; BRAIBANTE, Hugo Tubal Schmitz. Reações de oxi-redução: uma proposta de abordagem em sala de aula. Experiências em Ensino de Ciências, v.15, n.1, p. 468-487, 2024.
LIMA, Cintia Maria Carneiro Franco; SILVA, José Luis P. B. Classificação das substâncias químicas: um conceito pouco explorado na educação química. Quím. Nova, v. 44, n.4, p. 484-492. 2021.
MESSEDER NETO, Hélio da Silva; SÁ, Lucas Vivas de, BRITO, Marina Menezes de. Conceitos químicos em debate. 1 ed., Bahia: EDUFBA, 2022. (ebook).
Nesta disciplina, realiza-se o estudo dos aspectos do Pensamento Computacional e Inteligência Artificial, sua relação com os processos de ensino-aprendizagem-avaliação e currículo. Reflexão sobre o impacto do Pensamento Computacional e Inteligência Artificial na formação docente no contexto do pensamento crítico para a contemporaneidade do século XXI. Análise de iniciativas plugadas e desplugadas associadas aos pilares do Pensamento Computacional, bem como da Aprendizagem de Máquina, Aprendizagem Supervisionada, Aprendizagem por Reforço, entre outras técnicas de Inteligência Artificial. Análise de produtos técnicos, materiais instrucionais, ferramentas
tecnológicas e atividades de capacitação docente na área de Pensamento Computacional e Inteligência Artificial. Discussão sobre o Método Científico na construção do mesmo sobre Pensamento Computacional e Inteligência Artificial na formação de professores de Ciências e Matemática. Estudo da produção do conhecimento científico sobre as dimensões: Pensamento Computacional, Inteligência Artificial e Formação de Professores, bem como as relações entre sujeito, objeto e conhecimento.
ALMEIDA, Adrianne; ALMEIDA, Adrielle; ARAUJO, Fabíola. Formação docente em Pensamento Computacional: um mapeamento sistemático da literatura. In: Anais do XXIX Workshop sobre Educação em Computação. 2021, Porto Alegre. Anais Eletrônicos. p. 348-357. Disponível em: https://sol.sbc.org.br/index.php/wei/article/view/15926. Acesso em: 20 mar. 2025.
ARAÚJO, Kennedy; SILVA, Tatiana. Pensamento Computacional na formação de professores: uma revisão sistemática em teses e dissertações do Brasil. Nuevas Ideas em Informática Educativa, Santiago do Chile. 16, p. 40 – 49, dez. 2022.
BAKER, Toby; SMITH, Laurie; ANISSA, Nandra. Educ-AI-tion Rebooted? Exploring the future of artificial intelligence in schools and colleges. Relatório Completo, Reino Unido: Nesta, 2019. Disponível em: https://www.nesta.org.uk/report/education-rebooted/. Acesso em 20 mar. 2025.
Centro de Inovação para a Educação Brasileira: notas técnicas #8: Competências de professores e multiplicadores para uso de TICs na educação. São Paulo.CIEB, 2019. E-book (16 p.) Disponível em: https://cieb.net.br/wp-content/uploads/2019/06/CIEB-Notas-T%C3%A9cnicas-8-COMPET%C3%8ANCIAS-2019.pdf. Acesso em: 20 mar 2025.
DUARTE. Edna. Formação de professores de Matemática e o Currículo de Inteligência Artificial da Educação Básica – Unesco. Revista Paranaense de Educação Matemática, Campo Mourão, v.13, n.31, p.1-25, mai.-ago.2024.
GIRAFFA, Lucia; SANTOS, Pricila. Inteligência Artificial e educação: conceito, aplicação e implicações no fazer docente. Educação em Análise, Londrina, v. 8, n. 1, p. 116–134, jul. 2023.
HOLMES, Waine; BIALIK, Maya; FADEL, Charles. Artificial Intelligence in Education: Promises and Implications for Teaching and Learning. Center for Curriculum Redesign. 2019.
LUCAS, Margarida; MOREIRA, António. DigComEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro, UA Editora, 2018. E-book (96 p.) Disponível em: https://aefreamunde.com/attachments/article/185/2_DigCompEdu_Quadro%20Europeu%20Compet%C3%AAncia%20Digital%20Educadores.pdf. Acesso em: 20 mar 2025.
MACCARTHY, John. What is Artificial Intelligence. Computer Science Department, Stanford, p. 1-15, nov,2007. Disponível em: https://www-formal.stanford.edu/jmc/whatisai.pdf. Acesso em: 20 mar. 2025.
NASCIMENTO, Carlos; SANTOS, Débora; TANZI, Adolfo. Pensamento Computacional e Interdisciplinaridade na educação básica: um mapeamento sistemático. In Anais dos Workshops do Congresso Brasileiro de Informática na Educação. 2018, São Paulo. Anais eletrônicos, p. 709. Disponível em: http://milanesa.ime.usp.br/rbie/index.php/wcbie/article/view/8293. Acesso em: 20 mar. 2025.
NAVARRO, Eloisa; SOUSA, Maria. Qual o conceito de Pensamento Computacional para Educação Matemática? São Paulo: Editora Dialética, 2023.
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Disponível em: https://sci-hub.se/downloads/2021-05-13/ba/ouyang2021.pdf Acesso em: 20 mar. 2025.
PEREIRA, Artur; LEHMANN, Lúcia; OLIVEIRA, Mariana. O desafio das tecnologias de inteligência artificial na educação: percepção e avaliação dos professores. Ensaio: aval. Pol. Pub. Edu, Rio de Janeiro, v.29, n.113, p. 975-999, out/dez 2021.
RICH, Elaine; KNIGHT, Kevin. Inteligência artificial. São Paulo. Ed. Makron Books do Brasil, 1994.
RUSSELL, Stuart; NORVIG, Peter. Inteligência Artificial: uma abordagem moderna. Rio de Janeiro. Editora GEN LTC, 2022.
SOUZA, Fabiula; LEITE, Ramon; BRITO, Cecy; VILELLA, Maria; SANTOS, Caroline. O desenvolvimento do Pensamento Computacional além do ensino em ciências exatas: uma revisão da literatura. In: VIII Congresso Brasileiro de Informática na Educação (CBIE 2019). Brasília. Anais Eletrônico. P. 528-536. Disponível em: http://milanesa.ime.usp.br/rbie/index.php/sbie/article/view/8757/6318. Acesso em: 20 mar. 2025.
UNESCO. Consenso de Beijing sobre a inteligência artificial e a educação. 2019, Paris, França. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000372249. Acesso em: 20 mar. 2025.
UNESCO. Currículos de IA para a educação básica – um mapeamento de currículos de IA aprovados pelos governos, 2022. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000380602_por. Acesso em: 20 mar. 2025.
VICARI, Rosa. Tendências em inteligência artificial na educação no período de 2017 a 2030. Brasília: SENAI, Sumário Executivo, p.1-58, jan.2018.
WING, Jeannette. Computational thinking and thinking about computing. Philosophical transactions of the Royal Society of London A: Mathematical, Physical and Engineering Sciences, Londres, v. 366, n. 1881, p. 3717-3725, jul.2008.
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WING, Jeannette. Computational Thinking: What and Why? The link – The Magazine of the Varnegie Mellon University School of Computer Science, p. 1–6, 2011. Disponível em: https://www.cs.cmu.edu/link/research-notebook-computational-thinking-what-and-why. Acesso em 20 mar. 2025.
Esta disciplina aborda os conceitos básicos de planejamento e metodologia de pesquisa científica em Ensino de Ciências e Matemática, visando o desenvolvimento de competências primordiais a um pesquisador e sua aproximação com a linguagem e rigor científico. Estuda o significado e propósitos do método científico, suas tipologias e procedimentos de pesquisa. Discute diferentes
perspectivas de métodos de coleta de dados (entrevista, questionário, grupo focal, observação, entre outros) e análise de dados. Discute o mapeamento (Estado da Arte ou do Conhecimento) e análise de pesquisas na área de Ensino de Ciências e Matemática. Centra-se na discussão e elaboração do Projeto de Pesquisa em Ensino de Ciências e Matemática relacionados às temáticas dos discentes. Aborda a questão ética na pesquisa.
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de.; VALENTE, José Armando.Integração currículo e tecnologias e a produção de narrativas digitais. Currículo sem Fronteiras, v. 12, n. 3, p. 57-82, set./dez. 2012. Disponível em: http://www.curriculosemfronteiras.org/vol12iss3articles/almeida-valente.pdf. Acesso em: 20 mar. 2025.
ALVES-MAZOTTI, Alda Judith.; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira, 1998.
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977.
BOGDAN, Robert.; BIKLEN, Sari. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Lisboa: Porto Editora, 1994.
BORBA, Marcelo de Carvalho. et al. (org.). Pesquisa qualitativa em educação matemática. 6. ed. São Paulo: Autêntica, 2019.
BORBA, Marcelo de Carvalho.; ARAÚJO, Jussara de Loiola. (org.). Pesquisa qualitativa em educação matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
BURIASCO, Regina Luzia Corio. de. Algumas considerações sobre avaliação educacional. Estudos em Avaliação Educacional, 2000. Disponível em: https://publicacoes.fcc.org.br/eae/article/view/2221. Acesso em: 20 mar. 2025.
CELLARD, André. A análise documental. In: POUPART, J. et al. (orgs.). A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. p. 295-316.
CRESWELL, John. W.; CRESWELL, David. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2021.
DENZIN, Norman. K.; LINCOLN, Yvonna. S. O planejamento da Pesquisa Qualitativa: teorias e abordagens. Porto Alegre: Artmed, 2006.
FERREIRA, Norma. Sandra de Almeida. As pesquisas denominadas “Estado da Arte”. Educação & Sociedade, v. 23, n. 79, p. 257-272, 2002.
GATTI, Bernardete Angelina. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasília: Plano Editora, 2002.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
GODOY, Arilda. Schmidt. Pesquisa qualitativa: tipos fundamentais. RAE – Revista de Administração de Empresas, [S. l.], v. 35, n. 3, p. 20-29, 1995. Disponível em: https://periodicos.fgv.br/rae/article/view/38200. Acesso em: 20 mar. 2025.
GOLDENBERG, Miriam. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. Rio de Janeiro: Record, 2006.
LAKATOS, Eva. Maria.; MARCONI, Marina de Andrade. A. Pesquisa documental. In: LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos da metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2003. p. 174-183.
LÜDKE, Menga.; ANDRÉ, Marli. E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. 2. ed. São Paulo: EPU, 2022.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2007.
MINAYO, Maria. Cecilia. (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 31. ed. Petrópolis: Vozes, 2012.
MORAES, Roque. Análise de conteúdo. Revista Educação, Porto Alegre, v. 22, n. 37, p. 7-32, 1999.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2017.
TRIVIÑOS, Augusto. N. S. Pesquisa qualitativa. In: Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987. p. 117-173.
VIEIRA, Américo Nogueira; CLEMENTE, Ademir; DIAS, Guilherme Ataíde; FRANCA, Maecílio Toscano. Metodologia científica no Brasil: ensino e interdisciplinaridade. Educação e Realidade, v. 42, n. 1, p. 237-260, 2017.
Nesta disciplina, estuda-se o conceito de problema, objetivos e potencialidades de ensinar sobre, para e por meio da resolução de problemas. Tipos de problemas. Resolução de Problemas como metodologia de ensino, possibilidades na aprendizagem de conteúdos e no desenvolvimento de habilidades de pensamento de ordem superior em Ciências, Matemática e Tecnologias. O Pensamento Computacional no contexto da resolução de problemas.
ALLEVATO, Norma. Associando o computador à resolução de problemas fechados: análise de uma experiência. 2005. 370 f. Tese (Doutorado em Educação Matemática) – Instituto de Geociências e Ciências Exatas, UNESP, Rio Claro, 2005.
ALLEVATO, Norma; ONUCHIC, L. Ensinando Matemática na Sala de Aula através da Resolução de Problemas. Boletim GEPEM, Rio de Janeiro, n. 55, p.1-19, 2009.
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Esta disciplina propõe uma abordagem histórica da responsabilidade social, educação especial e as políticas de educação inclusiva: aspectos políticos, ideológicos, pedagógicos e éticos da educação inclusiva, contemplando o cotidiano da sala de aula, docência, família, estudantes, educadores e a perspectiva culturalista do contexto da temática em questão. Além disso, refletir e discutir sobre o ensino inclusivo e a inclusão social. Compreender os discursos sobre educação especial e educação inclusiva, destacando aspectos históricos, políticos, psicológicos, socioculturais e pedagógicos.
BARBATO, Silviane. BERALDO, Rosana. MACIEL, Diva. MIETTO, Gabriela. Contribuições do desenvolvimento humano e da educação aos processos de inclusão: trajetórias. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2023.
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Atividade Obrigatória. Esta disciplina envolve discussões e reflexões sobre pesquisas em andamento e concluídas de discentes, egressos e docentes do Programa. Além disso, pesquisadores externos de referência das áreas são convidados para apresentação e discussão de suas pesquisas. Aborda leitura e análise de textos acadêmicos, selecionados de acordo com os interesses das áreas.
Artigos reconhecidos das áreas, dissertações e teses atuais, em conformidade com as necessidades e expectativas reais das áreas de Ciências, Matemática e Tecnologias.
Nesta disciplina, estuda-se questões contemporâneas que permeiam a sociedade, sua relação com o ambiente e com a cidadania, considerando a comunidade local e o contexto global em que se insere, tendo a educação como eixo norteador. Estuda-se também os impactos ambientais por conta da produção, apropriação e utilização dos recursos naturais associados aos biomas brasileiros e a minimização dos problemas ambientais e desigualdades sociais promovidas por diferentes atores.
ANAYA, Felisa; BARBOSA, Rômulo; SAMPAIO, Cristina. Sociedade e biodiversidade na Mata Seca Mineira. Unimontes Científica, Montes Claros, MG, v. 8, n. 1, p. 35-41, 2006.
BEZERRA, Eliana Souza; MENDES, Élgen; SÍGOLO, Letícia Moreira; TOLEDO, Renata Ferraz de. Agenda 2030: desafios e possibilidades à educação para sustentabilidade, democrática e inclusiva. Revista Científica ANAP Brasil, v. 17, n. 42, p. 1-20, 2024. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/380358600_Agenda_2030_desafios_e_possibilidades_a_educacao_para_sustentabilidade_democratica_e_inclusiva. Acesso em: maio 2024.
CARNEIRO, Fernando Ferreira; NETTO, Guilherme Franco; CORVALAN, Carlos; FREITAS, Carlos Machado de; SALES, Luiz Belino Ferreira. Saúde ambiental e desigualdades: construindo indicadores para o desenvolvimento sustentável. Ciência & Saúde Coletiva, 2012. Disponível em: http://cienciaesaudecoletiva.com.br/artigos/saude-ambiental-e-desigualdades-construindo-indicadores-para-o-desenvolvimento-sustentavel/10000?id=10000&id=10000. Acesso em: abr. 2024.
DURÃO, Beatriz Fonseca; SILVA, Diego Laurence; MOURA, Fabiana; TIAGO, Fabiana da Conceição Pereira. Alinhando a educação com a Agenda 2030: desenvolvendo práticas didáticas seguindo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS – ENPEC, 2023. Trabalho completo. Disponível em:https://editorarealize.com.br/editora/anais/enpec/2023/TRABALHO_COMPLETO_EV181_MD1_ID1859_TB450_03032023162053.pdf. Acesso em: jun. 2024.
JESUS, Robson Andrade de; SOARES, Maria José Nascimento; COSTA, Jailton de Jesus; SANTOS, Ivanete Batista dos. A Agenda 2030 e a resolução de problemas: um elo necessário para o ensino de matemática. Revista Caderno Pedagógico, v. 20, n. 11, p. 5393-5418, 2023. OLIVEIRA, Saulo Macedo de. A matemática e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável em uma turma do novo ensino médio. Revista Plurais – Virtual, Anápolis, GO, v. 13, e2022007, 2023. e-ISSN2238-3751.
POTT, Crisla Maciel; ESTRELA, Carina Costa. Histórico ambiental: desastres ambientais e o despertar de um novo pensamento. Estudos Avançados, v. 31, n. 89, p. 271-283, 2017. Disponívelem: https://www.revistas.usp.br/eav/article/view/132431.
PISARSKI JUNIOR, Marcos Roberto (org.). Cultura, sociedade e sustentabilidade: um diálogo necessário. Cuiabá: Pantanal Editora, 2020. 56 p. Disponível em: https://www.editorapantanal.com.br/ebooks.php?ebook_id=cultura-sociedade-e-sustentabilidade-um-dialogo-necessario&ebook_ano=2020&ebook_caps=1&ebook_org=1. Acesso em: abr. 2024.PROGRAMA DAS N AÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO – PNUD. O caminho para a dignidade até 2030: acabando com a pobreza, transformando todas as vidas e protegendo o planeta. Disponível em: http://www.pnud.org.br/arquivos/relatorio_sintese_ods.pdf. Acesso em: abr. 2024.
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Esta disciplina apresenta estudo e análise das possibilidades da ação pedagógica e da aplicabilidade dessas teorias para o ensino de Ciências e Matemática. Essa disciplina propõe-se a discutir e analisar as diferentes teorias da aprendizagem (cognitivismo, epistemologia genética e o enfoque histórico-cultural) construídas no século XX, bem como as teorias contemporâneas da aprendizagem. Tem-se por objetivo promover o debate sobre os fundamentos epistemológicos e suas contribuições para a produção científica sobre os processos de ensino e aprendizagem em Matemática e Ciências. Discussões sobre os processos de educação tecnológica decorrentes das atuais pesquisas sobre aprendizagens.
BORGES, Juliana Rosa Alves; BORGES, Tatiane Daby de Fátima Faria; OLIVEIRA, Guilherme
Saramago de; SAAD, Núbia dos Santos. O ensino e aprendizagem da matemática na perspectiva de
Jerome Bruner. Cadernos da Fucamp, v. 19, n. 40, p. 147-168, 2020.
COSTA JÚNIOR, João Fernando; LIMA, Presleyson Plínio de; ARCANJO, Cláudio Firmino; SOUSA,
Fabrícia Fátima de; SANTOS, Márcia Maria de Oliveira; LEME, Mário; GOMES, Neirivaldo Caetano.Um olhar pedagógico sobre a aprendizagem significativa de David Ausubel. Rebena – RevistaBrasileira de Ensino e Aprendizagem, v. 5, p. 51-68, 2023. Disponível em:
https://rebena.emnuvens.com.br/revista/article/view/70.
FREITAS, Raquel Aparecida Marra da Madeira; LIBÂNEO, José Carlos. O experimento didático
formativo na perspectiva da teoria do ensino desenvolvimental. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.
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GARDNER, Howard. Estruturas da mente: a teoria das inteligências múltiplas. Porto Alegre: Artes
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ILLERIS, Knud (org.). Teorias contemporâneas da aprendizagem. Porto Alegre: Penso, 2013.
LEFRANÇOIS, Guy R. Teorias da aprendizagem: o que o professor disse. São Paulo: Cengage
Learning, 2021.
Esta disciplina tem por propósito discutir concepções de ensino e aprendizagem de Ciências e Matemática, levando em consideração as diversas tendências teórico-metodológicas produzidas ao longo da história nacional e internacional da Educação em Ciências e Matemática, assim como buscar compreender quais contextos sociais propiciaram a emergência de tais tendências, observando, no decorrer das discussões, seus limites e possibilidades para essas áreas do conhecimento. Investigando, de modo crítico, as visões teóricas inerentes às principais referências e tendências investigativas afeitas à educação em Ciências e Matemática, analisando os fundamentos
sócio-históricos e filosóficos, as tendências e os debates atuais sobre a problemática científica e as pesquisas em Ensino de Ciências e Matemática.
ANTUNES, Celso. Trabalhando habilidades. Construindo ideias. São Paulo: Scipione, 2001.
AZEVEDO, Nathalia. Melo. Investigações matemáticas na sala de aula dos autores: João Pedro da Ponte; Joana Brocardo e Helia Oliveira. Revista EMD – Ensino de Matemática em Debate, São Paulo, v. 7, n. 2, p. 303–307, 2020. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/emd/article/view/47634/pdf. Acesso em: 20 mar. 2025.
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Este projeto desenvolve pesquisas no âmbito do ensino e da aprendizagem em Ciências, Matemática e Tecnologias, em espaços formais e não formais de aprendizagem. Desenvolve e analisa abordagens metodológicas, epistemológicas, científicas, sociais, ambientais e inclusivas inovadoras, considerando as tendências atuais expressas em documentos oficiais e nas pesquisas recentes das áreas. Abrange pesquisas em todos os níveis e modalidades de ensino, considerando as possibilidades interdisciplinares, as relações com outras áreas do conhecimento, bem como as contribuições da associação dos processos de ensino e aprendizagem com as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação. Contempla as abordagens contextualizadas que valorizam as relações entre os conhecimentos escolares e científicos, a sociedade e o meio ambiente, enfatizando o desenvolvimento da criatividade, da criticidade e do exercício da cidadania, e fortalecendo a identidade do indivíduo em suas relação com o meio em que se insere.
CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS, MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS
O referido Projeto está alocado na linha de pesquisa “Currículo, formação e avaliação de professores que Ensinam Ciências e Matemática”, abrange os dois níveis de ensino: a Educação Básica e o Ensino Superior. As investigações buscam compreender as políticas e demandas formativas no âmbito da formação inicial e continuada, incluindo as suas articulações com a Educação CTS, os seus processos identitários que constituem o professor no contexto atual, compreendendo as características da profissionalização dos professores que ensinam Ciências e Matemática, bem como de seu desenvolvimento profissional em suas diferentes vertentes epistemológicas, históricas, metodológicas e didáticas, considerando também que as formações podem ocorrer em espaços formais ou não formais de aprendizagem, envolvendo o uso ou não de tecnologias da informação e da comunicação, permitindo verificar os impactos que estas proporcionam no desenvolvimento da profissionalização docente. No que tange ao Currículo, as investigações recaem sobre a compreensão histórica, epistemológica e cultural de como os currículos foram se estruturando e qual o impacto que eles trazem na vida escolar dos estudantes, dos professores e da comunidade escolar, uma vez que eles materializam uma visão política, cultural, social e econômica da sociedade, explicitando tensões, desafios, diferentes significados e relações de poderes na sua constituição, na implantação e na implementação de políticas curriculares, podendo levar em consideração o uso de materiais didáticos curriculares que são disponibilizados aos professores e alunos para o desenvolvimento do currículo, em especial envolve os currículos de Matemática, Ciências e Tecnologias, com foco no pensamento computacional e na inteligência artificial. Em relação a à avaliação, o Projeto visa compreender as concepções de avaliação da aprendizagem, o significado do erro, os diferentes tipos de avaliações e de instrumentos utilizados na avaliação na escola e da escola, sejam elas digitais ou não, incluindo também as políticas públicas de avaliação.
CURRÍCULO, AVALIAÇÃO E FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA
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