O Programa de Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática (Programa Profissional) tem como objetivos:
• Desenvolver pesquisas, produtos e processos de natureza técnica e pedagógica e estratégias inovadoras na área do ensino de Ciências e Matemática que contribuam para o desenvolvimento profissional do professor.
• Formar professor pesquisador para atuar em todos os graus de ensino, inclusive no Ensino Superior, especialmente nos Cursos de Licenciatura.
• Formar professor pesquisador que contribua para a formação continuada de outros professores da área, em contextos formais e não-formais de ensino.
• Formar professor pesquisador que atue de forma autônoma e contribua para a utilização e divulgação de pesquisas da área em situação real de ensino.
• Criar mecanismos de interação entre o fazer e o ensinar Ciências e Matemática.
Setor de Apoio Acadêmico
Fone:
(011) 3385-3015E-MAIL:
stricto.sensu@cruzeirodosul.edu.brProf. Dr. Juliano Schimiguel
Profa. Dra. Carmem Lúcia Costa Amaral
Prof. Dr. Juliano Schimiguel
Coordenação Adjunta
Profa. Dra. Carmem Lúcia Costa Amaral
O Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática foi criado em 2003 e reconhecido e homologado pelo Conselho Nacional de Educação, por meio de Portaria MEC 524, DOU 30/04/2008, Parecer CES/CNE 33/2008.
Nos triênios 2004-2006 e 2007-2009 foi avaliado pela CAPES com conceito 4,0 e no triênio 2010-2012 com nota 5,0. Destacam-se a responsabilidade e o compromisso da Instituição e a identificação e o comprometimento do corpo docente que, na época de implantação do Curso de Mestrado, era formado por professores com tempo médio de trabalho na instituição de dez anos. Durante o processo de implantação e consolidação do Programa de Ensino de Ciências e Matemática da Universidade Cruzeiro do Sul, observa-se a evolução dos seguintes indicadores:
– aumento de produção científica dos docentes e discentes de acordo com orientação da área;
– estabelecimento de intercâmbios em nível nacional e internacional,
– ampliação de captação de recursos nas agências de fomento,
– demanda cada vez maior de professores das redes municipal,estadual e federal de educação,
– visibilidade e interesse de IES de outros estados no estabelecimento de MINTER e DINTER,
– consolidação de grupos e linhas de pesquisa institucionais registrados no CNPQ,
– compromisso institucional e solidificação do corpo docente,
– inserção social em projetos com as redes públicas estadual e municipal de São Paulo.
Nestes dez anos, o Programa capacitou alunos da região metropolitana e da grande São Paulo, da Baixada Santista, do Vale do Ribeira, do interior do estado e ainda de outros estados como Bahia, Minas Gerais, Rondônia, Amapá, Espírito Santo, Paraná e Distrito Federal, o que permite uma ramificação das ideias defendidas no curso por várias regiões brasileiras.
Homologado pelo CNE (Portaria MEC nº 609, de 14.03.2019, DOU de 18.03.2019, seç. 1, p. 118)
O Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática foi criado em 2003 e reconhecido e homologado pelo Conselho Nacional de Educação, por meio de Portaria MEC 524, DOU 30/04/2008, Parecer CES/CNE 33/2008.
Nos triênios 2004-2006 e 2007-2009 foi avaliado pela CAPES com conceito 4,0 e no triênio 2010-2012 com nota 5,0. Destacam-se a responsabilidade e o compromisso da Instituição e a identificação e o comprometimento do corpo docente que, na época de implantação do Curso de Mestrado, era formado por professores com tempo médio de trabalho na instituição de dez anos. Durante o processo de implantação e consolidação do Programa de Ensino de Ciências e Matemática da Universidade Cruzeiro do Sul, observa-se a evolução dos seguintes indicadores:
– aumento de produção científica dos docentes e discentes de acordo com orientação da área;
– estabelecimento de intercâmbios em nível nacional e internacional,
– ampliação de captação de recursos nas agências de fomento,
– demanda cada vez maior de professores das redes municipal,estadual e federal de educação,
– visibilidade e interesse de IES de outros estados no estabelecimento de MINTER e DINTER,
– consolidação de grupos e linhas de pesquisa institucionais registrados no CNPQ,
– compromisso institucional e solidificação do corpo docente,
– inserção social em projetos com as redes públicas estadual e municipal de São Paulo.
Nestes dez anos, o Programa capacitou alunos da região metropolitana e da grande São Paulo, da Baixada Santista, do Vale do Ribeira, do interior do estado e ainda de outros estados como Bahia, Minas Gerais, Rondônia, Amapá, Espírito Santo, Paraná e Distrito Federal, o que permite uma ramificação das ideias defendidas no curso por várias regiões brasileiras.
Homologado pelo CNE (Portaria MEC nº 609, de 14.03.2019, DOU de 18.03.2019, seç. 1, p. 118)
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Ensino de Ciências e Matemática
Objetiva o desenvolvimento de estudos de currículos prescritos e apresentados (livros didáticos, materiais elaborados por secretarias, apostilas, materiais digitais, dentre outros) no âmbito das Ciências da Natureza (Física, Química e Biologia) e da Matemática, nos diferentes contextos formal e não-formal, em todos níveis e modalidades de Ensino. Abrange estudos sobre os processos de formação inicial e continuada de professores que ensinam Ciências e Matemática, considerando articulações com a Educação CTS, problematizando a formação de professores atuantes nos diferentes níveis e modalidades de ensino, o desenvolvimento profissional, os saberes e conhecimentos de base para o ensino, as políticas públicas para a formação, os processos identitários e de profissionalização do professor que ensina Ciências e Matemática, considerando as suas vertentes epistemológicas, metodológicas e didáticas.
Ensino de Ciências e Matemática
Objetiva o desenvolvimento de pesquisas envolvendo fundamentos teóricos e práticos, métodos de ensino e o desenvolvimento de estratégias eficazes e inovadoras com vistas a propiciar efetiva melhoria na aprendizagem de Ciências e Matemática nos ensinos Fundamental, Médio e Superior, investigando concepções e práticas nas áreas de Ciências da Natureza e Matemática.
Ensino de Ciências e Matemática
Objetiva a realização de pesquisas e investigações no âmbito das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) na Educação em Ciências e na Educação Matemática, na formação de professores dessas áreas, abrangendo o desenvolvimento, a utilização e a avaliação de ambientes virtuais e colaborativos de aprendizagem, bem como, softwares educativos, jogos, objetos de aprendizagem, aplicativos etc.; e a construção de saberes para ensinar por docentes em formação inicial e continuada.
Estrutura Curricular vigente para 2022:
(clique aqui e faça o download)
Estrutura Curricular vigente para ingressantes a entre 2019 e 2021:
Estudo de temas relacionados com Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS), enfatizando a importância da
educação científica (alfabetização científica) e do ensino e aprendizagem de questões CTS; o funcionamento da
ciência e da tecnologia no mundo atual; a natureza da ciência e da tecnologia e as relações entre Ciência,
Tecnologia e Sociedade (CTS) como um componente central da alfabetização científica para todos os cidadãos; CTS
no planejamento e na inovação do currículo, como um dos componentes das propostas oficiais de currículo e ensino
de todos os níveis de escolarização.
SANTOS, M. E. V. M. Que cidadania? Lisboa: SANTOSEDU, 2005 (Que educação? Que cidadania?
Em que escola? Tomo II).
SANTOS, Filipe Duarte. Que futuro? Ciência, Tecnologia Desenvolvimento e Ambiente. Lisboa/PT: Gradiva, 2007.
CHASSOT, Attico. Sete escritos sobre educação e ciência. São Paulo: Cortez, 2008.
CHASSOT, Attico. Alfabetização científica: questões e desafios para a educação. 4. ed. Ijuí/RS: Unijuí, 2006.
REIS, Pedro Rocha dos. A escola e as controvérsias sociocientíficas: perspectivas de alunos e professores.
Lisboa/PT: Escolar, 2008.
Estudo dos quadros teóricos clássicos da Didática Francesa em se tratando dos processos de ensino e
aprendizagem em Matemática.
Desenvolvimento de atividades que permitam aos alunos a partir dos quadros teóricos
estudados refletir e elaborar metodologias de ensino que construam para a aquisição de conhecimentos de seus
alunos em suas práticas docente.
CHEVALLARD, Y. Conceitos fundamentais da didáctica: as perspectivas trazidas por uma abordagem
antropológica. In: BRUN, J. (Org.).
Didáctica das matemáticas. Tradução: Maria José Figueiredo. Lisboa: Instituto
Piaget; Delachaux et Niestlé S.A., 1996. p. 115-153. (Coleção Horizontes Pedagógicos).
D’AMORE, B. Epistemologia, Didática da Matemática e Práticas de Ensino. Bolema. Boletim de Educação
M a t e m á t i c a . V o l . 2 0 , n ° 2 8 , 2 0 0 7 . P . 1 7 9 – 2 0 5 . D i s p o n í v e l e m : <
http://www.dm.unibo.it/rsddm/it/articoli/damore/635%20%20Epistemologia%20Didattica.pdf> Acesso em: 12/03/2015.
DUVAL, R. Registros de representações semióticas e funcionamento cognitivo da compreensão em matemática.
In:
MACHADO, S. D. A. (Org.). Aprendizagem em matemática: registros de representação semiótica. Campinas, SP:
Papirus, 2003. p.11-33.
PAIS, L. C. Didática da matemática: uma análise da influência francesa. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
MORETTI, M. T. O papel dos registros de representação na aprendizagem de matemática. Contrapontos, Itajaí, ano
2, n. 6, p. 343-362, set./dez. 2002. Disponível em: < https://siaiap32.univali.br/seer/index.php/rc/article/view/180>
Acesso em: 12/03/2015.
SANTOS, C. A. B. Formação de professores de matemática: contribuições de teorias didáticas no estudo das noções
de área e perímetro. 2008. 156 f.
Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática)–Universidade
Cruzeiro do Sul, São Paulo, 2008.
Abordagens e recursos didáticos, tecnológicos e de instrumentalização para o ensino de Química. As perspetivas e desafios da área. A pesquisa no ensino de Química e avaliação da sua aprendizagem. Análise da importância social e cultural relacionada aos conhecimentos de seus conceitos.
ANTUNES FILHO, Sérgio; BACKX, Bianca Pizzorno. Nanotecnologia e seus impactos na sociedade. Revista Tecnologia e Sociedade, v.16, n.40, p.1-15, 2020.
GAMA, B.M.; ALVES, A.A.R. Reelaboração de um jogo: recurso didático como facilitador do processo e ensino e de aprendizagem no ensino de química. Química Nova na Escola. v.44, n.1, p. 17-25, 2022.
LARA, Daniela Mueller de; RICHTER, Marc François. Hidrogênio verde: a fonte de energia do futuro. Novos Cadernos NAEA, v.26, n.1, p. p. 413-436, 2023.
BRITO, Vitor Skif. Alimentação e Sustentabilidade Ambiental: uma relação possível.86f. 2023. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática). Universidade Cruzeiro do Sul. 2023
MOREIRA, Marilene Barcelos et al. Química na Cozinha: estudos sobre a herança alimentar afrodiaspórica em nível médio. Revista Virtual de Química, v.15, n.3, p.621-632, 2023
SIMÕES, Guilherme Soares. Possibilidades do uso de Impressão 3D no Desenvolvimento de Recursos Didáticos no Ensino de Ciências para Alunos com Deficiência Visual: um mapeamento em Teses e Dissertações (2013 a 2022). 2023.166f. Tese (Doutorado em Ensino de Ciências e Matemática). Universidade Cruzeiro do Sul. 2023. Orientadora: Carmen Lucia Costa Amaral.
ROZENTALSKI, E.F.; PORTO, P.A. A ética química e seu ensino a estudantes de química. Química Nova, v. 44, n.9, p. 1210-1218, 2021.
SILVA, C.S.; BEDIN. E. Ensino de química e educação especial: perspectivas e desafios no ensino-aprendizagem da educação básica. Criar Educação, v.9, n.1, p.17-39, 2020.
Estudo das pesquisas científicas atuais envolvendo a aplicação de compostos orgânicos na saúde humana e no meio ambiente. Análise da importância social e cultural relacionada aos conhecimentos de seus conceitos.
1.MEDEIROS, Jéssyca Ferreira; ACAYABA, Raphael D’Anna; MONTAGNER, Cassiana Carolina. A química na avaliação do impacto à saúde humana diante da exposição aos pesticidas. Quim. Nova, v.44, n.5, p. 584-598, 2021.
Antoneli, Leonardo; De Paula, Rodrigues, Cunha, Silvio. A propagação do erro do pKa da água nos livros de química orgânica. Quim. Nova, v.47, n.1, 1-6, 2024.
Wasserman M. La síntesis química “click” y la “bioortogonal” ganan el premio Nobel 2022. Revista de la Academia Colombiana de Ciencias Exactas, Físicas y Naturales. v.46, n.181, p.999-1001, 2022.
Flores-Reyes, Julio César; González-Zamora, Eduardo. La biotecnología y la química orgánica hacen click. Revista de Divulgación Científica iBIO.v.5, n.3, p.1-5, 2023.
CLAUDIO, Leonardo. Elementos de Química Orgânica: explorando aspectos da reação SN2. Rev. Chemkeys, v.5, p.1-10, 2023.
CÔGO, Sannya Maria Britto et al. A Química do Amor: Uma Sequência Didática para o Ensino de Química Orgânica. Revista Virtual de Química, v.14, n.5, p.843-852, 2022.
TOLEDO, Marcelo Penteado de. A reciclagem como tema gerador no ensino de química na EJA. Produto Educacional. Universidade Cruzeiro do Sul. 2021.
8.SANTOS, Fábio Rocha. Proposta de uma atividade usando a química forense para a contextualização no ensino de química. Produto Educacional. Universidade Cruzeiro do Sul. 2020.
9. SOUZA, Divâni Justina de. Óleos essenciais e o ensino de química orgânica na Educação Básica. Produto Técnico/Tecnológico (Mestrado) – IFG – Câmpus Jataí, Programa de Pós-Graduação em Educação para Ciências e Matemática, 2020.
Compreensão da Física como construção humana e de aspectos da Natureza da Ciência relacionados com a produção do conhecimento científico e com os processos de ensino e aprendizagem. Análise de metodologias alternativas e de tendências inovadoras e contemporâneas para o ensino de tópicos de Física Clássica. O papel da experimentação e do Método Científico na construção do conhecimento científico e no ensino. Utilização do Educar pela Pesquisa (EPP) e do ensino por investigação nas pesquisas educacionais. A relação entre a Física e a Educação Ambiental no estudo de temas contemporâneos como as fontes de energia e seus impactos ambientais, poluição, aquecimento global e mudanças climáticas entre outros temas transversais. O Ensino de Física e a Educação para a Cidadania. Elaboração de textos e materiais didáticos para o ensino de Física. Análise de revistas especializadas em pesquisas sobre o Ensino de Física e suas contribuições para o ensino e aperfeiçoamento das atividades docentes. Apresentação de seminários ou projetos de Ensino de Física.
ARAÚJO, Mauro S. T.; ABIB, Maria L. V. S. Atividades experimentais no Ensino de Física: diferentes enfoques, diferentes finalidades. Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 25, n. 2, p. 176-194, Junho de 2003.
MEDEIROS, Alexandre; BEZERRA FILHO, Severino. A natureza da Ciência e a instrumentação para o Ensino da Física, Ciência e Educação, v. 6, n. 2, p. 107-117, 2000.
BERMANN, C. Energia no Brasil: para quê? Para quem? Crise e Alternativas para um País Sustentável, Editora Livraria da Física, São Paulo, 2002.
CRUZ, Sônia M. S. C. de Souza; ZYLBERSZTAJN, Arden. O enfoque Ciência, Tecnologia e Sociedade e a aprendizagem centrada em eventos. In: Ensino de Física, Maurício Pietrocola (Org.), Editora UFSC, Florianópolis, p. 171-196, 2005.
SILVA, Alencar Coelho da; ARAÚJO, Mauro Sérgio Teixeira de. Objetivos formativos presentes em Teses e Dissertações relacionadas com a Educação CTS defendidas no Brasil entre 2010 e 2019. Revista Indagatio Didactica (Aveiro, Portugal), v. 15, n. 1, p. 255-272, 2023.
ARRUDA, Sérgio M.; LABURÚ, Carlos E. Considerações sobre a função do experimento no ensino de Ciências. Questões atuais no Ensino de Ciências, Educação para a Ciência, v. 2, p. 53-60, 2002.
OLIVEIRA, Natália C. R.; LEITE, Danielle A. R. Educação ambiental e ensino de Física: Articulações construídas pela produção acadêmica brasileira. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias, v. 21, n. 2, p. 286-310, 2022.
FERRAZ, Anderson C.; ARAÚJO, Mauro S. T. Educação CTS como Encaminhamento Didático-metodológico destinado à Aprendizagem Crítica e o Exercício da Cidadania. Revista Indagatio Didactica (Aveiro, Portugal), v. 15, n. 1, p. 121-138, maio de 2023.
NUSSENZVEIG, H. M.; Curso de Física Básica, 1ª edição, v. 1, 2, 3 e 4, São Paulo, Editora Edgard Blücher Ltda, 1998.
SERWAY, R. A. Física, 3ª edição, v. 1, 2 e 3. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 1996.
TIPLER, Paul A. Física: para Cientistas e Engenheiros. 4a edição, v. 1, 2 e 3, Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2000.
Transição histórica da Física Clássica para a Física Moderna, salientando a origem da Teoria Quântica da Matéria e a importância das mudanças de paradigmas e das visões de mundo a elas associadas. Fenômenos óticos e a natureza da Luz. O Efeito Fotoelétrico e a proposta de Einstein. A Dualidade Onda-Partícula. O éter e o experimento de Michelson-Morley. Os postulados da Teoria da Relatividade Restrita de Einstein e suas consequências. Demonstração da dilatação do tempo e da contração do comprimento. O paradoxo dos gêmeos.
MOREIRA, Ildeu de Castro. Einstein e seus Trabalhos de 1905 e 1915. Revista Educação Pública, 2005. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/2/1/einstein-e-seus-trabalhos-de-1905-e-1915.
RABELO DE SA, Marcos R.; ANDRADE, Vanessa C.; VERDEAUX, Maria F. S. Teoria da Relatividade Restrita e Geral ao longo do 1º ano do Ensino Médio: uma proposta de inserção. Produto Educacional. 2016. Programa de Pós-graduação de Mestrado Profissional em Ensino de Física, Universidade de Brasília (UNB). Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física. Sociedade Brasileira de Física.
ARRUDA, Sergio M.; VILLANI, Alberto. Sobre as Origens da Relatividade Especial: Relações entre Quanta e Relatividade em 1905. Caderno Catarinense de Ensino de Física, v. 13, n. 1, p. 32-47, abril de 1996.
MARTINS, Roberto A. O Éter e a Óptica dos Corpos em Movimento: a Teoria de Fresnel e as Tentativas de Detecção do Movimento da Terra, antes dos Experimentos de Michelson e Morley (1818-1880). Caderno Brasileiro de Ensino de Física, v. 29, n. 1, p. 52-80, abril de 2012.
GOMES, Isaías F.; SANTOS, Bianca M. Sequência Didática sobre o Efeito Fotoelétrico baseado nos Três Momentos Pedagógicos. Produto Educacional. Universidade Federal do Acre, Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física, 2021. Disponível em: http://www2.ufac.br/mnpef/menu/produtos-educacionais/isaias-fernandes-gomes-produto-educacional.pdf.
COHEN-TANNOUDJI, Claude; DIU, Bernard; LALOE, Franck. Quantum Mechanics. 2ª edição, 2019. A Wiley-Interscience Publication. John Wiley & Sons, New York. Volumes 1 e 2.
LANDAU, L.; LIFSHITZ, E. Quantum Mechanics: Non-Relativistic Theory. Editora Mir, Moscou, volume 2, 1985.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Fundamentos de Física, Óptica e Física Moderna, 10ª Edição, Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro. Volume 2, 2016.
Nessa disciplina iremos discutir a o pensamento algébrico e suas implicações na álgebra, bem como o ensino da geometria. Para esse estudo do pensamento algébrico iremos reconhecer padrões, fazer generalizações, compreender a função dos símbolos, resolver problemas compreendendo o papel cognitivo que a álgebra desempenha na articulação entre os diferentes temas da matemática, bem como com as outras áreas de conhecimento. Para o estudo da geometria iremos priorizar o pensamento geométrico buscando compreender os níveis de pensamento geométrico e a influência que eles podem ter tanto no ensino, quanto na aprendizagem, principalmente na Educação Básica.
BIANCHINI, B.L.; LIMA, G.L. O Pensamento Matemático e os diferentes modos de pensar que o constituem. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2023.
CIRÍACO, K. T., SILVA, D. A., & PASSOS, C. L. B. Lesson Study e o pensamento algébrico na formação continuada de professoras dos primeiros anos. Revista Paranaense De Educação Matemática, v.12, n.29, 58–8, 2023.
COSTA, A. P. DA. PENSAMENTO GEOMÉTRICO: EM BUSCA DE UMA CARACTERIZAÇÃO À LUZ DE FISCHBEIN, DUVAL E PAIS. Revista Paranaense De Educação Matemática, v.9, n18, p. 152–179, 2020.
CYBULSKI, F. C., & CYRINO, M. C. DE C. T. (2022). GEOMETRIA E PENSAMENTO GEOMÉTRICO NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA: O QUE REVELAM PESQUISAS BRASILEIRAS ENTRE 2009 E 2020. Revista Paranaense De Educação Matemática, v.1, n.26, p. 44–65, 2022.
Disponível em: https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/rpem/article/view/5202
FAVERO, D. C. B. P.; MANRIQUE, A. L. A abordagem do pensamento algébrico da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) nos anos iniciais do ensino fundamental. Revista Eletrônica de Educação Matemática: Revemat, Florianópolis, v. 16, p. 1-17, 2021.
Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbeped/a/57RWnr4b8pDPHqj3rXhrC7B/
LACERDA, S.M.; GIL, N. Desenvolvimento do pensamento algébrico e estudo de padrões e regularidades com crianças: perscrutando possibilidades para educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, v.103, n. 264, 2022.
Disponível em: https://periodicos.unespar.edu.br/rpem/article/view/8219
MADEIRA, E. DA C., MADEIRA, ÉRICA L. DA S., SENA, F. D. L. DE, GOMES, E. B., & LEITE, R. DA S. Pensamento Geométrico no 6º ano do Ensino Fundamental: Análise Praxeológica de um Livro Didático. Jornal Internacional De Estudos Em Educação Matemática, v.17, n.1, p.97–108, 2024.
Disponível em: https://jieem.pgsscogna.com.br/jieem/article/view/10598
Bibliografia complementar
SANTOS, S. H. DOS, & AMÂNCIO, R. A. O ENSINO DE FIGURAS ESPACIAIS NO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: contribuições do modelo de Van Hiele. Ensino Da Matemática Em Debate, v.8, n.1), p.161–181, 2021.
Disponível em: https://revistas.pucsp.br/emd/article/view/51750
SILVA, D. I. B. DA, RIBEIRO, A. J., & AGUIAR, M. (2023). Aventura formativa acerca do pensamento algébrico nos anos iniciais: das aprendizagens planejadas àquelas que surpreendem. VIDYA, v.43n. 1, p.77–97, 2023.
Disponível em: https://periodicos.ufn.edu.br/index.php/VIDYA/article/view/4420
Estudo dos níveis de organização da vida e dos seres vivos, tendo a evolução como eixo integrador do conhecimento biológico. Apresenta conceitos básicos da Biologia Clássica, tais como: história da Biologia, origem da vida, principais filos e divisões dos reinos nos seus aspectos morfológicos e fisiológicos. Enfoca também conceitos básicos da Botânica, Zoologia, Genética e Ecologia.
BEGON, M.TOWNSEND, C.; Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2023 (e-book). HICKMAN JR.,C.P.; KEEN, S. ; EINSENHOUR, D.J.; LARSON, A. L´ANSON, H. Princípios integrados de Zoologia. 18ª. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2022. 851p. (e-book).
IATECOLA, L.C.F.; FRENEDOZO, R.C. A UTILIZAÇÃO DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DE ANATOMIA HUMANA. Cap.4. In: MONTALVÃO NETO, A.L.; MORAES, F.N.; MORAIS, W.R. (org.) O ensino de Ciências no Brasil durante após a pandemia do COVID19: perspectivas, desafios e possibilidades. Santa Maria (RS): Arco Editores. 2021. 241p. Disponível em: https://www.academia.edu/52622029/O_ENSINO_DE_CI%C3%8ANCIAS_no_Brasil_durante_e_ap%C3%B3s_a_pandemia_da_Covid_19_Perspectivas_Desafios_e_Possibilidades. Acesso em: 05/02/2025.
JUNQUEIRA,L.C. ; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 10ª. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2023. 387p. (e-book).
SIMMONS, M.J. Fundamentos de Genética. 7ª. Ed. Rio de Janeiro Guanabara Koogan. 2017 (e-book). TULER, A.C. ENSINO SUPERIOR DE BOTÂNICA BASEADO EM MODELOS DIDÁTICOS -SOLUÇÕES SIMPLES PARA PROBLEMASCOMPLEXOS. Revista do Ensino de Biologia (Renbio), vol. 15, n. 1, p.277-289, 2022. Disponível em: https://renbio.org.br/index.php/sbenbio/article/view/412/234. Acesso em: 05/05/2025.
URSI, S. ., SALATINO, A. Nota Científica – É tempo de superar termos capacitistas no ensino de Biologia: impercepção botânica como alternativa para “cegueira botânica” . Revista De Terapia Ocupacional Da Universidade De São Paulo, 39, 1-4, 2022. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9052.v39p1-4
Elementos de Genética Moderna
Ementa:
Elaboração e execução de experimentos e formas de abordagem e desenvolvimento de temas relativos aos conteúdos de Genética Clássica e de Genética Moderna. Análise e avaliação da abordagem do tema em livros didáticos e artigos científicos, com ênfase no ensino.
Bibliografia:
BOZELO, G.; TAUFER, N. P.; PATEL, Y. B. K.; YOSHIKAWA, A. A. G.; GUIMARÃES, G. P.; AGUIAR, J. D.; MUNIZ, Y. C. N.; LINDENAU, J. D.-R. Como a alimentação afeta a saúde: a influência da epigenética. Genética na Escola, São Paulo, v. 18, n. 2, p. 109–115, 2023. DOI: 10.55838/1980-3540.ge.2023.458. Disponível em: https://www.geneticanaescola.com/revista/article/view/458. Acesso em: 05 fev. 2025.
GRIFFITHS, A.J.F.; DOEBLEY, J.; PEICHEL, C.; WASSARMAN, D.A. Introdução à Genética. 12ª. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara‐Koogan, 2022, 746 p.
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Estudar conceitos sobre imigrante digital, nativo digital, alfabetização digital, letramento digital.
Uso de
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Estudar conceitos sobre alfabetização digital e letramento digital. Uso de redes sociais, vídeo-aulas, podcast, vídeocast no ensino-aprendizagem. Investigação sobre o sistema conceitual do Conhecimento Tecnológico-Pedagógico do Conteúdo (CPTC). Características da formação docente para as funções de tutoria, conteudista, leitor crítico; no Ensino a Distância (EaD). Repositórios de Objetos de Aprendizagem (REAs). Ferramentas Colaborativas no Contexto da Web e Computação na Nuvem.
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Análise crítica das transformações e desafios encontrados no campo da avaliação educacional e do papel
da avaliação educacional na formação inicial e continuada de professores.
Reflexão sobre as dimensões da avaliação educacional, dos recursos usados para a avaliação do desempenho escolar e da aprendizagem do aluno
na área de ciências e matemática.
A avaliação institucional e a avaliação externa ou avaliação em larga escala como
momentos do processo de aprendizagem e de construção de conhecimento.
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Análise das diferentes concepções de currículo e sua evolução através dos tempos.
Estudo das bases
epistemológicas do currículo.
Análise da relação entre currículo, sociedade e formação docente.
Estudo das
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Análise os diferentes enfoques das atividades experimentais, como
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aos objetivos educacionais das atividades práticas.
Avaliação dos aspectos cognitivos, comportamentais e
atitudinais relacionados ao desenvolvimento das diferentes modalidades de atividade experimental.
Estudo de
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Elaboração de propostas de
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Artigos do Grupo de Metodologia do Ensino Superior dos Seminários Internacionais de Educação Matemática –
SIPEM IV, V e VI.
Estudar as abordagens teórico-metodológicas e tecnológicas sobre o ensino da Matemática. Discutir os desafios e tendências atuais do ensino de matemática como a comunicação, a interdisciplinaridade, temas contemporâneos transversais, Resolução de Problemas, Modelagem Matemática, Etnomatemática, Mídias Tecnológicas, História da Matemática e Investigação Matemática.
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Abordagem das principais metodologias utilizadas no Ensino de Ciências e suas contribuições para a formação dos estudantes. A Experimentação e as atividades práticas e de campo. A História e a Filosofia da Ciência (HFC) com vistas à compreensão de aspectos da Natureza da Ciência (NdC) e da construção do conhecimento científico. O Educar pela Pesquisa e o Ensino por Investigação. A Abordagem Temática e a Educação Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) como uma inovação dentro das tendências contemporâneas de pesquisa. Análise das características das Ciências Naturais salientando a importância e os objetivos de seu ensino, enfatizando o papel dos docentes e dos estudantes frente às diferentes metodologias empregadas. Abordagem do desenvolvimento das competências cognitivas e socioemocionais previstas na legislação educacional e sua relação com a formação para a Cidadania. Estudo do papel da Interdisciplinaridade como forma de promover a integração do conhecimento científico entre diferentes áreas. Análise da Contextualização no Ensino de Ciências e de como ela pode favorecer a atribuição de significados aos conhecimentos científicos.
ARAÚJO, Mauro S. T.; ABIB, Maria Lúcia V. S. Atividades experimentais no Ensino de Física: diferentes enfoques, diferentes finalidades. Revista Brasileira de Ensino de Física, vol. 25, 2, 176-194, Junho de 2003.
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Nessa disciplina iremos discutir a construção do conceito de número natural, racional (na forma fracionária e decimal), inteiros e reais. Observando:
COSTA, L. F. M. REFLEXÕES SOBRE O ENSINO DE NÚMEROS RACIONAIS NOS ANOS INICIAIS DA ESCOLARIZAÇÃO. Revista Areté | Revista Amazônica de Ensino de Ciências, [S.l.], v. 15, n. 29, p. 115 – 126, mar. 2021. ISSN 1984-7505. Disponível em: <https://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/article/view/2089
DONEDA DE OLIVEIRA, V. S.; BASNIAK, M. I. FRAÇÕES E SUAS MÚLTIPLAS INTERPRETAÇÕES: reflexões sobre o ensino e a aprendizagem. Revista De História Da Educação Matemática, 7, 1–20, 2021. Disponível em: https://www.histemat.com.br/index.php/HISTEMAT/article/view/388
MORENO, H.M.C. AS operações aritméticas fundamentais e suas implicações na expansão dos conjuntos numéricos e os números racionais não negativos. Secretaria de Tecnologia Educacional e Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) em Rede, 2021.
SANTOS, L. M. M.; LAVOR, O. P. INVESTIGANDO O ENSINO DE NÚMEROS INTEIROS POR MEIO DA SEQUÊNCIA DE ENSINO INVESTIGATIVA (SEI). REAMEC – Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, Cuiabá, Brasil, v. 11, n. 1, p. e115 – 126, 2023.
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SOUSA JUCÁ, Rosineide de; BARROS NETO, Antonio José de; FRANCO DE SÁ, Pedro. A CALCULADORA COMO RECURSO DIDÁTICO PARA O ENSINO DOS NÚMEROS DECIMAIS. Revista Prática Docente, 2022, v. 7, n. 3, p. e22078, Disponível em: http://periodicos.cfs.ifmt.edu.br/periodicos/index.php/rpd/article/view/217
VELASCO, Gilbson; BARBOSA, Regiane da Silva. Desenho Universal para Aprendizagem em matemática: uma proposta para o ensino dos números decimais. Revista de Educação Matemática, [s. l.], v. 19, n. Edição Especial, p. e022056, 2022. DOI: 10.37001/remat25269062v19id688. Disponível em: https://www.revistasbemsp.com.br/index.php/REMat-SP/article/view/45
Bibliografia complementar
BIANCHINI, B.L.; LIMA, G.L. O Pensamento Matemático e os diferentes modos de pensar que o constituem. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2023.
BARROS, R. L.; SÁ, P. F.. NÚMEROS IRRACIONAIS NA ANTÍGUIDADE GREGA CLÁSSICA. Revista História da Matemática para Professores, [S. l.], v. 8, n. 1, p. 1–10, 2022. Disponível em: https://rhmp.com.br/index.php/RHMP/article/view/81
IORA, M.; NOGUTI, F.C.H.Números racionais e os documentos norteadores: o que nos mostram os livros do PNLD no período de 1980 – 2020. São Paulo: REnCiMa, São Paulo, v. 13, n. 4, p. 1-24, jul./set. 2023.
OLIVEIRA, R. F.; SANTOS, J. DA S.; SANTOS, D. B. O sinal que fica é de mais ou de menos? Contribuições da régua mágica para a aprendizagem de adição e subtração dos números inteiros. Brazilian Journal of Development, v.7, n.3, 23098–23114, 2021.
Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/25937
Apresentação e discussão de métodos de pesquisa científica e das etapas da investigação para desenvolvimento de espírito crítico no que concerne ao planejamento e execução de projetos de pesquisa em ensino de ciências e matemática.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2007.
DENZIN, N. K.; LINCOLN, Y. S. O planejamento da Pesquisa Qualitativa: teorias e abordagens. Porto Alegre:
Artmed, 2006.
3.FLICK, U. Introdução à Pesquisa Qualitativa. Porto Alegre: Artmed, 2009.
BARROS, A. J. S. Fundamentos de Metodologia Cientifica: Um Guia Para a Iniciação Cientifica. 2. ed. São Paulo:
Makron Books, 2004.
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MOROZ, M.; GIANFALDONI, M. H. T. A. O Processo de Pesquisa: iniciação. Brasília: Plano Editora, 2002.
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Estudo e análise das principais políticas públicas em vigor nas áreas da educação, ciência e tecnologia no Brasil, tendo como referência a relação entre Estado e Sociedade.
Compreensão das políticas públicas para a educação, ciências e tecnologias focalizando entre outros aspectos a responsabilidade do Estado, em seus diferentes âmbitos, pela elaboração, implantação e implementação dessas políticas.
Análise de questões como a
universalização da educação, os programas de ação governamental, as parcerias público-público e público-privado, a gestão da educação e a formação de professores para o campo da ciência.
Estudo do financiamento na área
educacional e da criação das agências de fomento para o desenvolvimento científico e tecnológico e seu impacto no
desenvolvimento científico tecnológico nacional, bem como as leis e decretos relacionados à política nacional do
M.C.T.
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FERREIRA, Naura Syria Carapeto (org.) Formação continuada e gestão da educação. 2 ed, São Paulo, Cortez, 2006.
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Estudo de algumas pesquisas da área de Educação Matemática referentes ao ensino de Matemática nos Ensino Fundamental e Médio.
Abordagem didática dos temas das pesquisas selecionadas.
Relações entre práticas
docentes e as pesquisas selecionadas. Incorporação de pesquisas nos currículos prescritos, praticados e avaliados,
nos livros didáticos e na formação de professores
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Tópicos da Ementa: Introdução dos principais aspectos conceituais referentes a Objetos de Aprendizagem e Recursos Educacionais Abertos. Estudo de repositórios, federações e metadados. Abordagem de técnicas de design instrucional.
Elaboração, uso e avaliação de recursos digitais de aprendizagem no Ensino de Ciências e Matemática.
BRAGA, Juliana. Objetos de Aprendizagem Volume 1: introdução e fundamentos. Santo André: UFABC, 2014.
BRAGA, Juliana. Objetos de Aprendizagem Volume 2: metodologia de desenvolvimento. Santo André: UFABC, 2015.
KALMAN, Yoram M. Open Educational Resources: Policy, Costs, and Transformation. Paris: UNESCO, 2016.
THOMAS, Michael. A basic guide to open educational resources. Paris: UNESCO, 2012.
WILEY, David A. Instructional use of learning objects. Agency for instructional technology, 2001.
Estudo sobre Inovação, Tecnologia e Educação, e TPACK.
Aplicação de Tecnologias Móveis na Sala de Aula. Discussão sobre Educação na modalidade presencial e EaD.
Apresentação de características da sala de aula do futuro.
Competências para o Século XXI e as Tecnologias Digitais. Prática com sistemas de avaliação online.
Investigação sobre os Estilos de Aprendizagem, e Pensamento Computacional
Araújo Jr, C. F.. Desafios da Educação a Distância: Inovação e institucionalização. 1. ed. Sao Paulo: Ed. Terracota, 2016. v. 1. 217p .
Araújo Jr, C. F.. Tecnologias Digitais e Educação a Distância: pesquisa e inovação no ensino superior. 1. ed. São Paulo: Ed. Terracota, 2016. v. 1. 195p .
Araújo Jr, C. F.. Tecnologias e Aprendizado em Dispositivos Móveis (M-learning). 1. ed. São Paulo: Cruzeiro do Sul
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Araújo Jr, C. F.; Silveira, I. F. (Org.) . Tablets no Ensino Fundamental e Médio: princípios e aplicações. 1. ed. São Paulo: TerraCota, 2014. v. 1. 176p .
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Trindade, Jorge (2014). Promoção da interatividade na sala de aula com Socrative: estudo de caso. Indagatio
Didactica, V.6, N.1.
Análise das diferentes teorias explicativas da aprendizagem (cognitivismo, epistemologia genética e o enfoque histórico-cultural) construídas no século XX, seus fundamentos epistemológicos e sua contribuição para a
organização de contextos de ensino de ciência e matemática, assim como para a formação inicial e continuada de
professores.
Análise das possibilidades da ação pedagógica e da aplicabilidade destas teorias para o ensino de Ciências (Biologia, Física e Química) e o ensino de Matemática Análise crítica da produção desta área,
principalmente no contexto brasileiro, de modo a contribuir para o desenvolvimento de investigações que permitam
compreender os contextos de ensino existentes e construir novos cenários e situações de ensino, de modo a ampliar
a qualidade do processo educativo.
Ausubel D. P. et al. Psicologia Educacional. São Paulo: Interamericana,, 1973
Beatón G. A. La Persona en lo Historico – Cultural. São paulo: LinearB, 2005
———— Inteligência e Educação. São Paulo: Terceira Margem, 2006.
Flavell J. H, Miller P. H, Miller S. A. Cognitive Development. New York: Prentice-Hall Inc, 1993.
Luria A. R. Desenvolvimento Cognitivo: seus fundamentos sociais e culturais São Paulo: Ed, Ícone, 1994
Moreira M.A. Teorias de Aprendizagem. São Paulo: EPU, 1997.
Perez M. A. y coautores. Interdisciplinaridad: una aproximación desde la enseñanza-aprendizaje de las ciencias. La Habana: Editorial Pueblo y Educación, 2004.
Tavares R. Aprendizagem Significativa e o Ensino de Ciências. 28 Reunião Anual da Associação Nacional de Pós-
Graduação e Pesquisa em Educação. 2005.
Vigotsky L. S. Imaginación y Creación en la edad infantil. La Habana: Editorial Pueblo y Educacion, 1999
Tópicos da Ementa: Introdução dos principais aspectos conceituais referentes a Objetos de Aprendizagem e Recursos Educacionais Abertos. Estudo de repositórios, federações e metadados. Abordagem de técnicas de design instrucional. Elaboração, uso e avaliação de recursos digitais de aprendizagem no Ensino de Ciências e Matemática.
ALEXANDRE, Mariana dos Reis; BARROS, Daniela Melare Vieira. Instrumento avaliativo de Objetos Digitais de Aprendizagem para a Matemática: a usabilidade em foco. Revista Interinstitucional Artes de Educar, [S. l.], v. 9, n. 1, p. 126–145, 2023. Disponível em: https://doi.org/ 10.12957/riae.2023.70472. Acesso em: 19 out. 2023.
BRAGA, Juliana. Objetos de Aprendizagem Volume 1: introdução e fundamentos. Santo André: UFABC, 2014. BRAGA, Juliana. Objetos de Aprendizagem Volume 2: metodologia de desenvolvimento. Santo André: UFABC, 2015.FILATRO, Andrea. Design instrucional para professores. São Paulo: SENAC, 2023.
GUSMÃO, Cristine Martins Gomes de et al. Manual para autodepósito de Recursos Educacionais Abertos no repositório attena da Universidade Federal de Pernambuco. Recife: UFPE, 2020. Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/38464/6/manual_readme_090721.pdf. Acesso em: 02 fev. 2025. MALLMANN, Elena Maria et al. Formação de Professores e Recursos Educacionais Aberto (REA). São Paulo: Pimenta Cultural, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.31560/pimentacultural/2022.71451. Acesso em: 06 fev. 2025.
OLIVEIRA, Carloney Alves de; AMANCIO, Joenneyres Raio de Souza. Experiências formativas potencializadas pelas Tecnologias Digitais nas aulas de Matemática. Revista Docência e Cibercultura, Rio de Janeiro, v. 6, n. 3, p. 165–179, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.12957/redoc.2022.63254. Acesso em: 19 out. 2023.
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Estudo e análise das possibilidades da ação pedagógica e da aplicabilidade destas teorias para o ensino de Ciências e Matemática. Essa disciplina se propõe a discutir e analisar as diferentes teorias da aprendizagem (cognitivismo, epistemologia genética e o enfoque histórico-cultural) construídas no século XX, bem como as teorias contemporâneas da aprendizagem. Tem-se por objetivo promover o debate sobre os fundamentos epistemológicos e suas contribuições para a produção científica sobre os processos de ensino e aprendizagem em Matemática e Ciências. Discussões sobre os processos de educação tecnológica decorrentes das atuais pesquisas sobre aprendizagens.
BORGES, J. R. A.; BORGES, T. D. F. F.; OLIVEIRA, G. S.; SAAD, N. S. O Ensino e Aprendizagem da Matemática na Perspectiva de Jerome Bruner. Cadernos da Fucamp, v.19, n.40, p.147-168/2020.
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VYGOTSKY, Lev. S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1998. 2ª. ed.
A ideia da central do curso é discutir algumas das tendências de ensino e de pesquisa relacionadas a áreas de Ciências e Matemáticas, mas também a sua articulação com outras áreas científicas e com as práticas profissionais desenvolvidas. Para operacionalizar esse objetivo, serão discutidas pesquisas consolidadas na área, como, uso das tecnologias informáticas, resolução de problemas, modelagem matemática, investigações matemáticas, etnomatemática, história da matemática, comunicação na aula de matemática e desenvolvimento profissional dos professores que ensinam matemática.
ALMEIDA, L., PESSOA DA SILVA, K., & BORSSOI, A. Um estudo sobre o potencial da experimentação em atividades de modelagem matemática no ensino superior. Quadrante, 30(2), 123–146, 2021.
GRILO, JAQUELINE DE S. P.; BARBOSA, J. C.; MAKNAMARA, M. Discurso da Matemática Específica para Ensinar e a Produção do Sujeito ‘Professor(a)-de-Matemática’. CIÊNCIA & EDUCAÇÃO (ONLINE), v.26, p.1-18, 2020.
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Estudo de elementos da álgebra e geometria bem como suas articulações na construção de conhecimentos Matemáticos.
Desenvolvimento de atividades que permitam aos alunos elaborar metodologias de ensino, verificando também a necessidade de articulação dos campos matemáticos e as dificuldades presentes em relação aos processos de ensino e aprendizagem tanto na álgebra quanto na geometria.
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Estudo introdutório geral e conceitos de educação especial e educação inclusiva. Essa disciplina propõe uma abordagem histórica da educação especial e as políticas de educação inclusiva: aspectos políticos, ideológicos, pedagógicos e éticos da educação inclusiva. O cotidiano da sala de aula, à docência, a família, os alunos e a perspectiva culturalista do contexto da temática em questão. Refletir sobre o Ensino Inclusivo e a Inclusão Social. Compreender os discursos sobre a educação especial e educação inclusiva, destacando aspectos históricos, políticos, psicológicos, socioculturais e pedagógicos. a inclusão escolar e social, desenvolvimento e sexualidade, relações familiares, preparação e inserção no mercado de trabalho da pessoa com deficiência.
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Aplicação de conceitos fundamentais de Ecologia do indivíduo, de populações e de comunidades animais e vegetais, sua importância na compreensão dos fenômenos ecológicos atuais e sua relação com o indivíduo.
O papel da educação na visão ecológica do ser humano
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Compreensão da Física como construção humana.
Análise de metodologias alternativas para o ensino de tópicos de Física Clássica: experimentação, livro paradidático e recursos áudios-visuais.
Elaboração de materiais didáticos alternativos para o ensino de Física.
A relação entre a Física e a Educação Ambiental: estudo das fontes de energia e seus impactos ambientais.
Elaboração de textos de apoio didático.
Análise de revistas especializadas em
Ensino de Física e suas possíveis contribuições para o ensino de Física e para o desenvolvimento docente.
Análise de artigos de revistas de divulgação científica e seu uso em sala de aula.
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O éter e o experimento de Michelson-Morley.
Os postulados de Einstein e suas consequências.
Demonstração da dilatação do tempo e da contração do comprimento.
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Landau, L. & Lifshitz, E., Editora Mir, Moscou. Volume 2.
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Elaboração e execução de experimentos e formas de abordagem e desenvolvimento de temas relativos aos conteúdos de Genética Clássica e de Genética Moderna.
Análise e avaliação da abordagem do tema em livros didáticos e artigos científicos, com ênfase no ensino.
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conjuntos numéricos) e algoritmos.
Abordagem didática dos conjuntos numéricos e das operações cm conjuntos numéricos diferentes, com ênfase nos números naturais, racionais, inteiros e irracionais.
Quadros teóricos e pesquisas sobre os números e operações.
Análise de livros didáticos e de pesquisas sobre o assunto.
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Essa disciplina se propõe a discutir e analisar conceitos e procedimentos de Estatística e Probabilidade.
Considera-se a Estatística como a ciência de análise de dados e a Probabilidade como a teoria que permite o cálculo da chance de ocorrência de um número em um experimento aleatório.
Para isso, o estudo será vinculado ao uso de tecnologias e ao desenvolvimento de projeto de investigação estatística. Busca-se ainda, enfatizar as contribuições contemporâneas da produção científica em Educação Estatística
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Estudo dos processos químicos naturais e antrópicos que ocorrem no meio ambiente e suas conseqüências para a sustentabilidade do planeta.
Análise do impacto dos problemas ambientais nas espécies.
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Análise da importância social e cultural relacionada aos conhecimentos de seus conceitos.
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Panorâmica geral da aplicação da Química Orgânica em várias áreas, evidenciando o seu carácter interdisciplinar.
Serão apresentados, analisados e discutidos estudos que ilustram a sua relevância nas áreas da saúde e alimentação.
Será dada também ênfase ao seu ensino no Ensino Médio e Superior.
VICTOR, MAURICIO M. Quimica organica no Brasil: sua contribuicao na sintese total de produtos
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BANSODE, Scheelratan, S.; HIREMATH, R.B.; KOLGIRI, Somnath; DESHMUKH, Ranjitsinh, A. Biomimetics and
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MATA, Paulina. A linguagem da química orgânica: R ou S? tem mesmo a certeza que conhece o sistema de Cahn – Ingold – Prelog? Boletim da Sociedade Portuguesa de Química, n.126, p.57-65, 2012.
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MANO, JOÃO F. Polímeros inteligentes em aplicações médicas. Boletim da Sociedade Portuguesa de Química,
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Processos de pensamento matemático.
A construção do pensamento elementar e avançado em Matemática. Processos Matemáticos.
A resolução de problemas. As tarefas investigativas. Argumentações e Provas.
Jogos. Raciocínio indutivo e dedutivo e abdutivo.
Incorporação dos tópicos estudados nos currículos prescritos, praticados e avaliados, nos livros didáticos e na formação de professores.
DOMINGOS, A. Compreensão de conceitos matemáticos avançados – a matemática no ensino
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TALL, D. The psychology of advanced mathematical thinking. In: TALL, D. (Org.). Advanced mathematical thinking. Dordrecht: Kluwer. 2002. p. 3-21
Estudo sobre a Realidade Aumentada.
Investigação no âmbito do Ensino Híbrido.
Apresentação de
Metodologias Ativas.
Discussão sobre princípios da Sala de Aula Invertida (flipped classroom).
Aplicação do Mobile Learning.
Bacich, Lilian; Tanzi Neto, Adolfo; Mello, Fernando de (2015). Ensino Híbrido: Personalização e Tecnologia na Educação. Porto Alegre, Penso. Fundação Lemann.
Berbel, Neusi Aparecida Navas (2011). As metodologias ativas e a promoção da autonomia de estudantes. Semina:
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Kirner, Claudio; Zorzal, Ezequiel Roberto (2005). Aplicações Educacionais em Ambientes Colaborativos com
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Investigação no âmbito do Ensino Híbrido, e Educação a Distância, e as tecnologias digitais utilizadas. Apresentação das Metodologias Ativas: aprendizagem baseada em problemas, gamificação, estudo de caso, design thinking, debates online. Discussão sobre princípios de Sala de Aula Invertida (flipped classroom). Aplicação do Mobile Learning – Aprendizagem Móvel no Ensino de Ciências e Matemática.
Schimiguel, Juliano (2021). Metodologias ativas, Tecnologia da Informação no Ensino-Aprendizagem e Ensino Remoto Emergencial (ERE). 1ª edição. Editora Ciência Moderna, Rio de Janeiro/RJ.
Schimiguel, Juliano (2022). Pensamento Computacional. Editora Ciência Moderna. 1ª Edição. Rio de Janeiro/RJ.
Carneiro, Francisco de Assis Saraiva; Cabrita, Isabel; Borges Neto, Hermínio; Leite, Eliana Alves Moreira (2024). GeoGebra en dispositivos móviles en la enseñanza y la aprendizaje de la Geometría en la Educación Básica: una revisión sistemática de la literatura. Unión – Revista Iberoamericana de Educación Matemática, 20(72). Disponível em: https://revistaunion.org/index.php/UNION/article/view/1620. Último acesso: 04/02/2025.
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PRODUTO EDUCACIONAL: Rocha, Ricael Spirandeli; Nakamoto, Paula Teixeira (2023). ComDigPeg: Competências Digitais Pedagógicas. Categoria: áudio, apresentação, animação, imagem, texto, livro digital, portal. Portal EduCAPES. [on-line]. Disponível em: https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/736857. Último acesso: 04/02/2025.
História e Evolução dos conceitos astronômicos.
A origem e evolução do Sistema Solar.
A Astronomia no cotidiano de nossas vidas
Astronomia como elemento motivador nas aulas de Física e Matemática.
A teoria da panspermia e suas questões filosóficas
Sagan, C., Cosmos. Editora Francisco Alves, Rio de Janeiro.
Gleiser, M., A danca do Universo dos mitos de criacao ao Big-Bang. Companhia das Letras. Editora Schwarz Ltda,
Sao Paulo.
Hawking, S., O Universo numa casca de noz. Editora Mandarim. Sao Paulo.
Características da pesquisa em Mestrados Profissionais na área de Ensino. Discussão do cotidiano da escola e os desafios vivenciados pelos professores no processo ensino/aprendizagem em sala de aula. O produto/processo educacional: tipos, construção, aplicação, divulgação e a sua relação com a pesquisa científica. Análise de produtos educacionais encontrados na rede.
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AMARAL, C. L. C.; RIZZATTI, I. M. Programas de Pós-graduação Profissionais em Ensino de Ciências: avanços, conquistas e desafios. REnCiMa. Edição Temática Especial. v. 13 n. 3. São Paulo. 2022.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Documento da Área de Ensino de Ciências e Matemática – ano 2019. Brasília, DF. Disponível em: http://capes.gov.br/images/Documento_de_área_2019/ENSINO.pdf. Levantamento bibliográfico e discussão crítica de produtos/processos educacionais de relevância em diversas áreas do conhecimento, visando a familiarização do aluno com esse tipo de trabalho acadêmico.
Na disciplina iremos conhecer e aprofundar os conhecimentos relacionados as políticas e gestão pública que influência o ensino de Ciências, Matemáticas e Tecnologias. Destacamos algumas políticas que foram implantadas e suas reflexões na sociedade atual entre elas:
– O Plano de metas de Educação;
– Programa Nacional de Alfabetização;
– Programa de Residência Pedagógica;
– Plano Nacional de Formação;
– Plano Nacional de políticas inclusivas,
– Programa Nacional de Avaliação, entre outros.
AMARAL, M. M. Políticas públicas de Formação Continuada de professores para a Educação Inclusiva no Brasil: o que temos para hoje?. Revista Educação, Artes e Inclusão, v. 13, n. 3, p. 120-140, 2017.
BRASIL. Revista Primeira Infância em foco. v.1, n.1 (2022) – Brasília : Ministério da Cidadania, 2022. Disponível em: https://www.mds.gov.br/webarquivos/cidadania/SNAPI%20-%20Crian%C3%A7a%20Feliz/REVISTA%20PRIMEIRA%20INFANCIA_N1.pdf
BRASIL. Plano Nacional de Educação (PNE). Planos Subnacionais de Educação, Ministério da Educação. 12 de setembro de 2021. Disponível em: https://pne.mec.gov.br/
BRASIL. Secretaria de Alfabetização. PNA Política Nacional de Alfabetização/Secretaria de Alfabetização – Brasília: MEC, SEALF, 2019. Disponível em: https://alfabetizacao.mec.gov.br/politica-nacional-de-alfabetizacao-2
COSTA JÚNIOR, J. F.; et al. Os novos papéis do professor na educação contemporânea. Revista Brasileira de Ensino e Aprendizagem (RABENA): vol.6, p.124-149, 2023.
LIMA, R. “O uso de tecnologias educativas para potencializar o aprendizado”. In: Anais do 4º Encontro Nacional de Educação. São Paulo, 2019. Acesso em: 13 dez. 2023.
LOPES, C. E.; BERTINI, L. F.; BORELLI, S. S. Políticas públicas curriculares para a formação de professores que ensinam matemática. Revista de Educação Matemática, [s. l.], v. 20, n. Edição Especial, p. e023092, 2023. Disponível em: http://www.revistasbemsp.com.br/index.php/REMat-SP/article/view/369
LOTTA, G. Teoria e análises sobre implantação de políticas públicas no Brasil. Revista de Estudios Teóricos y Epistemológicos en Política Educativa v. 7, p. 1–4, 2022.Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/retepe/article/view/20038.
MARTINS, Rosa Elisabete Militz Wypyczynski; SOUZA, Alba Regina Battisti de; FILHO, Lourival José Martins. Programa de Residência pedagógica e formação inicial de professores/as – experiências e diálogos. Campo Grande, Editora Inovar: 1ªed, 206p, 2021.
NASCIMENTO, L. A. do. A formação de professores e os direitos humanos nos currículos de cursos de pedagogia de universidades no Paraná. Dissertação (Mestrado) – Centro Universitário Internacional UNINTER Mestrado E Doutorado Profissional Em Educação E Novas Tecnologias. Curitiba, 2022.
Bibliografia Básica
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ZUCATTO, L. C.; BEGNINI, K. C. F.; SCHERER, N.; GELOCH, R. B.; GIORDANI, E. M. POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DE LITERATURA. Boletim de Conjuntura (BOCA), Boa Vista, v. 16, n. 47, p. 199–220, 2023. Disponível em: https://revista.ioles.com.br/boca/index.php/revista/article/view/2646
FREITAS, R. C. U.; BECKER, K.; ZUCATTO, L. C. “Formação da agenda para a ciência, tecnologia e inovação: Um estudo multicaso em Institutos Federais no Rio Grande do Sul”. Anais X Encontro Brasileiro de Administração Pública. Brasília: UnB,2023.
SILVA, C.; LEAL, R. G. “Os programas constituidores da política pública educacional voltados à educação básica”. Revista de Investigações Constitucionais, vol. 9, n. 2, 2022.
Estudo e as concepções de ensino sobre, para e através da resolução de problemas. Conceito de problema, objetivos, estratégias e potencialidades da proposição e resolução de problemas Tipos de problemas. Resolução de Problemas como metodologia de ensino. Possibilidades da Proposição e Resolução de Problemas na aprendizagem de conteúdos e no desenvolvimento de habilidades de pensamento de ordem superior em Ciências, Matemática e Tecnologias.
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CAI, J. What Research Says About Teaching Mathematics Through Problem Posing. Éducation et didactique, v. 16, n. 3, p. 31-50, 2022. DOI: 10.4000/educationdidactique.10642
ONUCHIC, L. R.; ALLEVATO, N. S. G., NOGUTI, F. C.; JUSTULIN, A. M. (Org.), Resolução de Problemas: teoria e prática. Jundiaí: Paco Editorial, 2021.
POSSAMAI, J. P.; ALLEVATO, N. S. G. Problem Posing: images as a trigger element of the activity. Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática. Brasília: SBEM. v. 13, n. 1, p. 1-15, 9 mar. 2023.
POSSAMAI, J. P.; ALLEVATO, N. S. G.; STRELOW, S. B. Proposição de problemas nos anos iniciais: reflexões sobre elementos disparadores e prompt. Revista Paranaense de Educação Matemática, Campo Mourão: Unespar. v. 12, n. 27, p. 139–157, 2023. DOI: 10.33871/22385800.2023.12.27.139-157.
THOUIN, M. Resolução de Problemas Científicos e Tecnológicos: nos Ensinos Pré-escolar e Básico. Lisboa: Instituto Piaget, 2024.
ZHANG, H.; CAI, J. Teaching mathematics through problem posing: insights from an analysis of teaching cases. ZDM Mathematics Education, n. 53, p. 961-973, 2021. DOI: https://doi.org/10.1007/s11858-021-01260-3
Coordenação: Prof. Dr. Juliano Schimiguel
Vice-Coordenação: Profa. Dra. Carmem Lúcia Costa Amaral
Mais informações
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Telefone: (11) 3385-3015
Horário de atendimento: segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
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